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Central elétrica de Gaza tem combustível para mais 12 horas no máximo, diz autoridade da Palestina
A única central elétrica da Faixa de Gaza, responsável pelo fornecimento de energia no enclave, ficará sem combustível dentro de 10 a 12 horas, segundo informou o presidente da Autoridade de Energia Palestina, Thafer Melhem, esta quarta-feira.
Israel cortou o seu próprio fornecimento de eletricidade a Gaza na segunda-feira, como parte do que chamou de "cerco total" a Gaza.
O gabinete da comunicação social do governo da Faixa de Gaza disse, numa declaração, que a região enfrenta “uma catástrofe humanitária iminente”.
“A Faixa de Gaza enfrenta uma catástrofe humanitária iminente, com a central elétrica a encerrar completamente em poucas horas devido ao esgotamento do combustível. Isto ameaça mergulhar a Faixa de Gaza na escuridão total e impossibilitar a continuação do fornecimento de todos os serviços básicos de vida, todos dependentes de eletricidade”, lê-se no comunicado.
“Esta situação catastrófica cria uma crise humanitária para todos os residentes da Faixa de Gaza, que é ainda agravada pela agressão contínua da ocupação e pela destruição de bairros residenciais inteiros com centenas de toneladas de explosivos, e pelo bombardeamento de casas, no que pode ser descrito como o crime mais sórdido de punição coletiva contra civis indefesos da história moderna”, acrescenta.
O governo da Faixa de Gaza lança, por isso, “um pedido de ajuda muito urgente à comunidade internacional e às suas organizações humanitárias”, de modo a conseguirem “pôr termo a este crime contra a humanidade e a este assassinato em massa”.
“A Faixa de Gaza enfrenta uma catástrofe humanitária iminente, com a central elétrica a encerrar completamente em poucas horas devido ao esgotamento do combustível. Isto ameaça mergulhar a Faixa de Gaza na escuridão total e impossibilitar a continuação do fornecimento de todos os serviços básicos de vida, todos dependentes de eletricidade”, lê-se no comunicado.
“Esta situação catastrófica cria uma crise humanitária para todos os residentes da Faixa de Gaza, que é ainda agravada pela agressão contínua da ocupação e pela destruição de bairros residenciais inteiros com centenas de toneladas de explosivos, e pelo bombardeamento de casas, no que pode ser descrito como o crime mais sórdido de punição coletiva contra civis indefesos da história moderna”, acrescenta.
O governo da Faixa de Gaza lança, por isso, “um pedido de ajuda muito urgente à comunidade internacional e às suas organizações humanitárias”, de modo a conseguirem “pôr termo a este crime contra a humanidade e a este assassinato em massa”.