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Coimbra. "Risco mantém-se até ao final do dia"
Ao início da tarde, o comandante nacional Mário Silvestre deu conta de "uma situação um pouco mais estável" na cidade de Coimbra.
"Não estamos a dizer que não vamos ter problema. Estamos a dizer que neste momento e com base no que aconteceu durante a noite temos aqui uma situação mais estável, menos gravosa. Mas o risco de podermos ter que vir a evacuar a zona baixa de Coimbra mantém-se até ao final do dia de hoje", ressalvou o responsável.
"Isto é um alerta a todas as pessoas que nos ouvem para manterem os seus comportamentos de uma forma segura e anteciparem os seus problemas", acrescentou, para deixar em seguida um agradecimento à população pela forma como tem respondido aos avisos da Proteção Civil.
"Não estamos a dizer que não vamos ter problema. Estamos a dizer que neste momento e com base no que aconteceu durante a noite temos aqui uma situação mais estável, menos gravosa. Mas o risco de podermos ter que vir a evacuar a zona baixa de Coimbra mantém-se até ao final do dia de hoje", ressalvou o responsável.
"Isto é um alerta a todas as pessoas que nos ouvem para manterem os seus comportamentos de uma forma segura e anteciparem os seus problemas", acrescentou, para deixar em seguida um agradecimento à população pela forma como tem respondido aos avisos da Proteção Civil.
Mário Silvestre acrescentou que se mantém o risco severo de inundação no rio Mondego, já no Tejo a “afluência continua a ser muito significativa” apesar do “decréscimo nas barragens espanholas, os caudais vão manter-se elevados durante todo o dia. E será uma situação que continuaremos a avaliar, em virtude da precipitação que vamos continuar a ter”.
O comandante nacional da Proteção Civil recorda ainda que a bacia do rio Tejo “é muito maior” e que a água “chegará mais tarde aos pontos de armazenamento. Vamos manter a vigilância”.
Já o Sorraia e o Sado “mantêm-se com risco significativo de inundações”.
Com risco não significativo de inundação estão os rios Minho, Cora, Lima, Cávado, Ave, Douro, Tâmega, Sousa, Vouga, Águeda, Liz, Nabão e o Guadiana.
Segundo Mário Silvestre, “a situação ainda não passou, ainda estamos a alguma distância de podermos dizer que vamos regressar à normalidade relativamente a estas situações hidrológicas”.
O comandante nacional da Proteção Civil recorda ainda que a bacia do rio Tejo “é muito maior” e que a água “chegará mais tarde aos pontos de armazenamento. Vamos manter a vigilância”.
Já o Sorraia e o Sado “mantêm-se com risco significativo de inundações”.
Com risco não significativo de inundação estão os rios Minho, Cora, Lima, Cávado, Ave, Douro, Tâmega, Sousa, Vouga, Águeda, Liz, Nabão e o Guadiana.
Segundo Mário Silvestre, “a situação ainda não passou, ainda estamos a alguma distância de podermos dizer que vamos regressar à normalidade relativamente a estas situações hidrológicas”.