Especiais
Confissão e via-sacra vão ter o papa como protagonista
É durante a manhã que o papa ouve em confissão alguns jovens a participar na JMJ. O palco é o denominado "Parque do Perdão", na "Cidade da Alegria", em Belém. É aqui que estão montados 150 confessionários destinados aos peregrinos.
Pelas 9h45 Francisco vai avistar-se com representantes de centros de assistência sócio-caritativa, no Centro Paroquial da Serafina. Este Centro Social Paroquial São Vicente de Paulo, no Bairro da Liberdade, foi construído pelo cónego Francisco Crespo, visando responder às necessidades dos bairros da Liberdade e da Serafina, na freguesia de Campolide.Francisco estará esta quinta-feira num almoço com jovens na Nunciatura Apostólica, onde tem pernoitado desde a chegada a solo português.
Ao final da tarde, o sumo pontífice da Igreja Católica retorna ao Parque Eduardo VII, onde, na quinta-feira, teve o primeiro encontro oficial com os peregrinos, na cerimónia de acolhimento.
Francisco vai acompanhar como peregrino a via-sacra, que terá como tema a "vulnerabilidade e a fragilidade" com que todos se confrontam diariamente. Citado pela agência Lusa, o padre João Goulão, diretor do Centro Universitário Padre António Vieira, explica que nas 14 estações da via-sacra, que se prolongará por aproximadamente, 90 minutos, o papa vai estar no palco acompanhando o desenrolar da celebração como os demais peregrinos.
"A fragilidade e as feridas que todos atravessam", a "fragilidade da Igreja, a fragilidade da sociedade" serão temas em relevo.Para esta quinta-feira está marcada uma manifestação na Praça do Martim Moniz, em Lisboa, contra a realização da Jornada Mundial da Juventude e a Igreja Católica. O protesto é promovido por um movimento de cidadãos denominado "Sem Papas a Língua", que contesta os "elevados gastos públicos por parte do Estado e das autarquias com este acontecimento religioso".
Na quinta-feira, ao dirigir-se aos peregrinos a partir do palco montado no Parque Eduardo VII, o papa quis garantir que, na Igreja, “há espaço para todos” e que “ninguém pode ser excluído”. Apelou também a todos os jovens para que não tenham medo e sejam corajosos.
Pelas 9h45 Francisco vai avistar-se com representantes de centros de assistência sócio-caritativa, no Centro Paroquial da Serafina. Este Centro Social Paroquial São Vicente de Paulo, no Bairro da Liberdade, foi construído pelo cónego Francisco Crespo, visando responder às necessidades dos bairros da Liberdade e da Serafina, na freguesia de Campolide.Francisco estará esta quinta-feira num almoço com jovens na Nunciatura Apostólica, onde tem pernoitado desde a chegada a solo português.
Ao final da tarde, o sumo pontífice da Igreja Católica retorna ao Parque Eduardo VII, onde, na quinta-feira, teve o primeiro encontro oficial com os peregrinos, na cerimónia de acolhimento.
Francisco vai acompanhar como peregrino a via-sacra, que terá como tema a "vulnerabilidade e a fragilidade" com que todos se confrontam diariamente. Citado pela agência Lusa, o padre João Goulão, diretor do Centro Universitário Padre António Vieira, explica que nas 14 estações da via-sacra, que se prolongará por aproximadamente, 90 minutos, o papa vai estar no palco acompanhando o desenrolar da celebração como os demais peregrinos.
"A fragilidade e as feridas que todos atravessam", a "fragilidade da Igreja, a fragilidade da sociedade" serão temas em relevo.Para esta quinta-feira está marcada uma manifestação na Praça do Martim Moniz, em Lisboa, contra a realização da Jornada Mundial da Juventude e a Igreja Católica. O protesto é promovido por um movimento de cidadãos denominado "Sem Papas a Língua", que contesta os "elevados gastos públicos por parte do Estado e das autarquias com este acontecimento religioso".
Na quinta-feira, ao dirigir-se aos peregrinos a partir do palco montado no Parque Eduardo VII, o papa quis garantir que, na Igreja, “há espaço para todos” e que “ninguém pode ser excluído”. Apelou também a todos os jovens para que não tenham medo e sejam corajosos.