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Costa responde ao BE que excedente "não é à custa do SNS"
Mariana Mortágua iniciou a sua intervenção dizendo que "o senhor primeiro-ministro sabe que a renda é para todos, o apoio é só para alguns". "E o que o Governo decidiu foi sujeitar todos ao maior aumento da renda dos últimos 30 anos", frisou.
Na saúde, a deputada bloquista criticou que as negociações se arrastem há mais de dois anos e que “a única coisa garantida” seja a “inconsistência do Governo nessas negociações”.
A coordenadora do BE afirmou ainda que "quando o SNS não tiver cura" não será o "fundo soberano" que vai conseguir resolver o problema, levando o primeiro-ministro a assegurar que o excedente que existe "não é à custa do SNS".
"Vai chegar a um acordo com os profissionais de saúde que respeite o seu tempo de trabalho e a sua capacidade de conciliar o trabalho com a vida pessoal e familiar ou vai insistir nesta ideia que o excedente não pode ser gasto a salvar o SNS", perguntou Mariana Mortágua a António Costa.
A coordenadora do Bloco afirmou avisou que "quando o SNS não tiver cura" não será o "fundo soberano que vai conseguir resgatar esse enorme problema democrático com que Portugal vai ficar".
Na resposta, António Costa escusou-se a entrar em detalhes sobre as negociações entre sindicados e Governo, porque se deve "respeitar a autonomia sindical", mas garantiu que o executivo respeita todos os profissionais e a sua função primeira é "assegurar que os portugueses têm a cada dia melhor acesso aos cuidados de saúde".
"Não é mesmo uma questão orçamental, senhora deputada, porque se fosse não tínhamos reforçado como reforçámos o número de profissionais. O excedente existe não é à custa do SNS", assegurou.
Para o primeiro-ministro, pode-se "dizer muita coisa" sobre a atuação do Governo, mas recusa a acusação de que tem "regateado no financiamento ao SNS".
c/ Lusa
A coordenadora do BE afirmou ainda que "quando o SNS não tiver cura" não será o "fundo soberano" que vai conseguir resolver o problema, levando o primeiro-ministro a assegurar que o excedente que existe "não é à custa do SNS".
"Vai chegar a um acordo com os profissionais de saúde que respeite o seu tempo de trabalho e a sua capacidade de conciliar o trabalho com a vida pessoal e familiar ou vai insistir nesta ideia que o excedente não pode ser gasto a salvar o SNS", perguntou Mariana Mortágua a António Costa.
A coordenadora do Bloco afirmou avisou que "quando o SNS não tiver cura" não será o "fundo soberano que vai conseguir resgatar esse enorme problema democrático com que Portugal vai ficar".
Na resposta, António Costa escusou-se a entrar em detalhes sobre as negociações entre sindicados e Governo, porque se deve "respeitar a autonomia sindical", mas garantiu que o executivo respeita todos os profissionais e a sua função primeira é "assegurar que os portugueses têm a cada dia melhor acesso aos cuidados de saúde".
"Não é mesmo uma questão orçamental, senhora deputada, porque se fosse não tínhamos reforçado como reforçámos o número de profissionais. O excedente existe não é à custa do SNS", assegurou.
Para o primeiro-ministro, pode-se "dizer muita coisa" sobre a atuação do Governo, mas recusa a acusação de que tem "regateado no financiamento ao SNS".
c/ Lusa