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Defesa dos manifestantes condena violência policial "determinada" pelo Governo
Ricardo Sá Fernandes atirou responsabilidades ao Governo pela violência policial sobre os manifestantes pelo direito à habitação, na madrugada do último domingo. O advogado falou aos jornalistas, logo após ser conhecida a decisão do Ministério Público de suspender o processo.
“Não tenho a mais pequena dúvida de que foi determinada pelo Governo” e pelo Ministério da Administração Interna, adiantou o advogado, que representa alguns dos 27 detidos em Lisboa.
Ricardo Sá Fernandes recordou as palavras do ministro da Administração Interna, Luís Neves, e sugeriu que a ordem para a violência “arbitrária” das autoridades tenha partido do dirigente, que já havia avisado sobre o fim das acampadas em todo o país.
“A responsabilidade daquela carga policial desnecessária e antidemocrática não é, em primeira linha, da polícia”, acrescentou.
À saída do Campus da Justiça, a defesa explicou a suspensão do processo, que requer o pagamento individual de 150 euros. Os arguidos que rejeitem esta opção seguem para julgamento, no qual se determinará a legitimidade da ordem das autoridades e a resposta dos manifestantes.
Neste processo, não está em causa a instalação de tendas nem a carga policial, avisou o advogado, apesar das preocupações que estas matérias também levantam.
“Não tenho a mais pequena dúvida de que foi determinada pelo Governo” e pelo Ministério da Administração Interna, adiantou o advogado, que representa alguns dos 27 detidos em Lisboa.
Ricardo Sá Fernandes recordou as palavras do ministro da Administração Interna, Luís Neves, e sugeriu que a ordem para a violência “arbitrária” das autoridades tenha partido do dirigente, que já havia avisado sobre o fim das acampadas em todo o país.
“A responsabilidade daquela carga policial desnecessária e antidemocrática não é, em primeira linha, da polícia”, acrescentou.
À saída do Campus da Justiça, a defesa explicou a suspensão do processo, que requer o pagamento individual de 150 euros. Os arguidos que rejeitem esta opção seguem para julgamento, no qual se determinará a legitimidade da ordem das autoridades e a resposta dos manifestantes.
Neste processo, não está em causa a instalação de tendas nem a carga policial, avisou o advogado, apesar das preocupações que estas matérias também levantam.