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Dinamarca vai avaliar pedido dos EUA para ajudar a garantir a segurança do Estreito de Ormuz
O ministro dos Negócios Estrangeiros da Dinamarca disse esta segunda-feira que o país deve avaliar de “mente aberta”, como pode contribuir para viabilizar a navegação no Estreito de Ormuz.
"Como um país pequeno, mas uma grande nação marítima, devemos manter-nos abertos a esta questão", disse Rasmussen aos jornalistas antes da reunião do Conselho dos ministros dos Negócios Estrangeiros em Bruxelas.
"Não estou a dizer agora se devemos fazer mais (do que estamos a fazer), o que estou a dizer é que espero discutir isto com os meus colegas (da União Europeia)", acrescentou.
A Dinamarca, sede da empresa de navegação Maersk, enviou em 2024 uma fragata para o Mar Vermelho para participar numa coligação liderada pelos EUA com o objetivo de proteger o tráfego comercial contra os ataques dos militantes houthis do Iémen.
"A Dinamarca é uma nação marítima e temos, de todas as formas, interesse em garantir que a livre navegação se mantém aberta", acrescentou Rasmussen.
"Não estou a dizer agora se devemos fazer mais (do que estamos a fazer), o que estou a dizer é que espero discutir isto com os meus colegas (da União Europeia)", acrescentou.
A Dinamarca, sede da empresa de navegação Maersk, enviou em 2024 uma fragata para o Mar Vermelho para participar numa coligação liderada pelos EUA com o objetivo de proteger o tráfego comercial contra os ataques dos militantes houthis do Iémen.
"A Dinamarca é uma nação marítima e temos, de todas as formas, interesse em garantir que a livre navegação se mantém aberta", acrescentou Rasmussen.