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Em Santarém "a fase mais difícil já passou"
Em entrevista à RTP Notícias esta tarde, o presidente do comando distrital da Proteção Civil de Santarém explicou que o distrito “tem várias combinações de rios que provocam estas inundações”.
“Há muitos anos que não tínhamos esta experiência. Há muitos anos que não tínhamos esta vivência tão dramática”, lamentou.
No entanto, assegurou, todas as estruturas de Proteção Civil, os municípios e os dois subcomandos regionais conseguiram “encontrar as estratégias sobretudo de prevenção, de aviso às nossas populações”
“Julgo que a fase mais difícil já passou”, afirmou Manuel Jorge Valamatos.
O responsável disse ainda que a articulação com Espanha no sentido de realizar descargas nas barragens “permitiu mitigar uma situação que porventura noutros tempos seria muito mais dramática”.
Questionado sobre as maiores dificuldades logísticas, o presidente do comando distrital respondeu que “o que nós precisamos é que deixe de chover e que os rios voltem à sua normalidade para que as pessoas possam voltar à sua vida”.
“Porque não é normal o rio estar no meio das nossas povoações e a alagar as casas das nossas famílias”, acrescentou.
“Há muitos anos que não tínhamos esta experiência. Há muitos anos que não tínhamos esta vivência tão dramática”, lamentou.
No entanto, assegurou, todas as estruturas de Proteção Civil, os municípios e os dois subcomandos regionais conseguiram “encontrar as estratégias sobretudo de prevenção, de aviso às nossas populações”
“Julgo que a fase mais difícil já passou”, afirmou Manuel Jorge Valamatos.
O responsável disse ainda que a articulação com Espanha no sentido de realizar descargas nas barragens “permitiu mitigar uma situação que porventura noutros tempos seria muito mais dramática”.
Questionado sobre as maiores dificuldades logísticas, o presidente do comando distrital respondeu que “o que nós precisamos é que deixe de chover e que os rios voltem à sua normalidade para que as pessoas possam voltar à sua vida”.
“Porque não é normal o rio estar no meio das nossas povoações e a alagar as casas das nossas famílias”, acrescentou.