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Ergue-te considera que "existe uma saúde para uns e uma saúde para outros"
O Ergue-te defende que os médicos formados no Estado sejam obrigados a ficar no SNS os mesmos anos do tempo de formação, pagando-lhes melhor ao retê-los no SNS.
Questionado sobre como pretende aumentar a despesa do Estado, Rui Fonseca e Castro responde: “tira-se de outros sítios, deixa-se de pagar o ócio, acaba-se com rendimento social de inserção, com o subsídio de desemprego para imigrantes, acaba-se com o financiamento a associações e ONG’S de apoio aos imigrantes ou ao movimento político do grupo LGBTQ+”.
O presidente do partido político ultranacionalista de extrema-direita considera que existe “uma saúde para uns e uma saúde para outros”, afirmando que o primeiro-ministro “foi tratado como um rei no hospital de Santa Maria, quando outros pacientes com o mesmo problema de saúde estariam provavelmente a agonizar nos corredores”.
O presidente do partido político ultranacionalista de extrema-direita considera que existe “uma saúde para uns e uma saúde para outros”, afirmando que o primeiro-ministro “foi tratado como um rei no hospital de Santa Maria, quando outros pacientes com o mesmo problema de saúde estariam provavelmente a agonizar nos corredores”.