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Estados Unidos anunciam pausas diárias de quatro horas na contraofensiva israelita
- A Jihad Islâmica divulgou um vídeo a anunciar a libertação de dois reféns israelitas. Trata-se de uma idosa que precisa de cuidados médicos e uma criança com 12 anos;
- Nas últimas horas, o exército israelita tem travado combates intensos contra militantes do Hamas na área dos dois maiores hospitais da cidade de Gaza;
- As Forças de Defesa de Israel decretaram pausas diárias de quatro horas na Faixa de Gaza, abrangendo áreas a norte. A informação foi avançada por Washington. O presidente norte-americano, Joe Biden, escreveu nas redes sociais que este é "um passo na direção certa";
- O exército israelita veio entretanto explicar que estas pausas não significam um cessar-fogo e visam permitir a entrada de ajuda humanitária e a saída de civis;
- O primeiro-ministro israelita, Benjamin Netanyahu, reitera que o seu país não pretende conquistar, ocupar ou governar a Faixa de Gaza, uma vez concluídos os combates com o Hamas. Em declarações à estação norte-americano Fox News, o governante indicou que, no futuro, pode ser necessária uma "força credível" para voltar a invadir o enclave palestiniano, em caso de recrudescimento dos movimentos de resistência;
- Gaza vai receber mais de mil milhões de euros em ajuda. Foi este o resultado da angariação de fundos na conferência humanitária realizada em Paris. Portugal vai contribuir com dez milhões de euros;
- No seu discurso diante da conferência humanitária, o presidente francês, Emmanuel Macron, apelou ao cessar-fogo e à defesa dos civis. Nesta reunião estiverem representantes de mais de 50 países, entre chefes de Estado e delegações de agências das Nações Unidas e de uma dezena de organizações não-governamentais;
- Israel iniciou a contraofensiva a 7 de outubro, depois do ataque do movimento radical palestiniano, que mantém 200 pessoas como reféns. De acordo com o Ministério da Saúde da Faixa de Gaza, morreram já quase 11 mil palestinianos, entre os quais mais de quatro mil crianças. Do lado de Israel, estão confirmadas 1.400 mortes.