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Governo britânico "atento aos riscos" económicos de guerra no Médio Oriente
O primeiro-ministro britânico, Keir Starmer, afirmou hoje estar "atento aos riscos" económicos decorrentes do conflito no Médio Oriente devido à subida acentuada dos preços dos hidrocarbonetos, que suscita receios de uma crise grave.
"Quanto mais tempo durar, maior será o risco de impacto na nossa economia, na vida de todos e em todas as empresas", afirmou, durante uma visita a um centro comunitário em Londres, dizendo que está "atento aos riscos" relacionados com esta guerra, que entrou hoje no décimo dia.
Starmer acrescentou que a ministra das Finanças, Rachel Reeves, "está em contacto diário com o Banco de Inglaterra para garantir que nos mantemos um passo à frente", estimando que o preço máximo dos preços da energia, em vigor até junho, deverá proteger os consumidores a curto prazo.
Reeves deverá participar hoje numa reunião dos ministros das Finanças do G7, que podem decidir recorrer às reservas estratégicas de petróleo para tentar atenuar a subida do preço do barril, consequência da guerra no Médio Oriente.
Keir Starmer afirmou, no entanto, que a economia e as finanças britânicas estavam "mais resilientes" do que no início da guerra na Ucrânia, que fez também disparar os preços da energia em 2022.
O chefe do executivo britânico também comentou as relações com a Casa Branca, após o Presidente norte-americano, Donald Trump, o ter atacado várias vezes, criticando nomeadamente a recusa de Londres em autorizar os Estados Unidos a utilizar as bases militares britânicas para conduzir os ataques iniciais contra o Irão.
"As conversas com os nossos homólogos americanos decorrem a todos os níveis, constantemente, todos os dias. É a própria natureza da relação" entre Londres e Washington, assegurou Keir Starmer, que falou por telefone no domingo com o Presidente norte-americano, pela primeira vez desde o início da guerra, em 28 de fevereiro.
No entanto, ele reafirmou que "as decisões relativas ao interesse superior do Reino Unido são decisões que cabem ao primeiro-ministro britânico".
"Quanto mais tempo durar, maior será o risco de impacto na nossa economia, na vida de todos e em todas as empresas", afirmou, durante uma visita a um centro comunitário em Londres, dizendo que está "atento aos riscos" relacionados com esta guerra, que entrou hoje no décimo dia.
Starmer acrescentou que a ministra das Finanças, Rachel Reeves, "está em contacto diário com o Banco de Inglaterra para garantir que nos mantemos um passo à frente", estimando que o preço máximo dos preços da energia, em vigor até junho, deverá proteger os consumidores a curto prazo.
Reeves deverá participar hoje numa reunião dos ministros das Finanças do G7, que podem decidir recorrer às reservas estratégicas de petróleo para tentar atenuar a subida do preço do barril, consequência da guerra no Médio Oriente.
Keir Starmer afirmou, no entanto, que a economia e as finanças britânicas estavam "mais resilientes" do que no início da guerra na Ucrânia, que fez também disparar os preços da energia em 2022.
O chefe do executivo britânico também comentou as relações com a Casa Branca, após o Presidente norte-americano, Donald Trump, o ter atacado várias vezes, criticando nomeadamente a recusa de Londres em autorizar os Estados Unidos a utilizar as bases militares britânicas para conduzir os ataques iniciais contra o Irão.
"As conversas com os nossos homólogos americanos decorrem a todos os níveis, constantemente, todos os dias. É a própria natureza da relação" entre Londres e Washington, assegurou Keir Starmer, que falou por telefone no domingo com o Presidente norte-americano, pela primeira vez desde o início da guerra, em 28 de fevereiro.
No entanto, ele reafirmou que "as decisões relativas ao interesse superior do Reino Unido são decisões que cabem ao primeiro-ministro britânico".