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Governo reconhece dimensão "brutal" dos prejuízos e admite recorrer a apoio europeu
O ministro da Presidência reconhece que "a dimensão dos prejuízos é brutal" e admite recorrer ao fundo de solidariedade europeu para apoio à reconstrução.
António Leitão Amaro deslocou-se à Marinha Grande para ver os danos causados pela depressão Kristin. Acompanhado por governantes nacionais e representantes da Comissão Europeia, António Leitão Amaro adiantou que ainda há geradores disponíveis e que a Proteção Civil fez "uma avaliação técnica" que concluiu que a capacidade de resposta nacional "era suficiente e ainda é" e, por isso, não se acionou o mecanismo europeu.
Já no que diz respeito ao esforço de reconstrução que terá de ser desencadeado, o ministro admitiu o recurso ao Fundo de Solidariedade da União Europeia, um mecanismo financeiro criado para apoiar Estados-Membros da União Europeia em situações de catástrofes naturais graves.
Já no que diz respeito ao esforço de reconstrução que terá de ser desencadeado, o ministro admitiu o recurso ao Fundo de Solidariedade da União Europeia, um mecanismo financeiro criado para apoiar Estados-Membros da União Europeia em situações de catástrofes naturais graves.