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Governo valoriza Defesa e forças de segurança no orçamento
Nuno Melo começou a sua interveção a frisar que "não existe liberdade e democracia sem segurança e defesa, do mesmo modo que a segurança e defesa perdem sentido se não servirem para garantir a liberdade e os valores democráticos".
"O Governo tem presente esta noção de conjunto e é por isso que trouxe para a primeira linha das preocupações da política, defendendo uma resposta integrada, assente numa maior articulação entre a Administração Interna, a Defesa e até a Justiça, que este orçamento do Estado prossegue".
Segundo o ministro da Defesa, este Executivo tem valorizado as carreiras militares.
"Mas valorizar quem nos protege é também dar-lhes melhores meios para cumprirem a missão. E é por isso que o Orçamento do Estado prossegue o caminho da modernização de infraestruturas e equipamentos, e uma maior força operacional das nossas Forças Armadas, Forças de Segurança e da Proteção Civil".