Especiais
Iranianos e israelitas reivindicam ataques contra objetivos-chave
O Irão anunciou hoje ataques contra bases norte-americanas nos Emirados Árabes Unidos, Bahrein e Qatar, enquanto Israel reivindicou a destruição de um centro de investigação espacial e uma fábrica de sistemas de defesa aérea iranianos.
O comandante da Força Naval da Guarda Revolucionária do Irão, general Alireza Tangsiri, disse que as forças iranianas atacaram em vagas consecutivas "objetivos-chave" nas bases Al Dhafra (Emirados), Sheikh Isa (Bahrein) e Al Udeid (Qatar).
Radares "Patriot", torres de controlo, hangares de aviões, rampas centrais e depósitos de combustível "ficaram envoltos em chamas", afirmou Tangsiri num comunicado nas redes sociais, citado pela agência espanhola EFE.
O Irão prometeu hoje destruir "toda a infraestrutura petrolífera, económica e energética relacionada com os Estados Unidos" no Médio Oriente se sofrer ataques a infraestruturas idênticas.
O aviso foi feito após a ofensiva norte-americana contra a ilha iraniana de Kharg, onde se armazena 90% do petróleo que o país exporta para o mundo.
O Presidente norte-americano, Donald Trump, assegurou que o ataque foi dirigido a alvos militares e que optou por "não destruir a infraestrutura petrolífera" em Kharg.
Avisou, no entanto, que poderá reconsiderar a decisão se persistir qualquer bloqueio iraniano no Golfo Pérsico.
Kharg, localizada a 25 quilómetros da costa iraniana, é descrita como um ponto vital para o Irão por concentrar o principal terminal petrolífero do país e ser o maior ponto de carregamento de crude para navios petroleiros.
Do lado israelita, o exército assegurou num comunicado que destruiu o principal centro de investigação da Organização Espacial Iraniana, "pertencente às forças do regime" de Teerão.
O centro albergava "laboratórios estratégicos" utilizados para a investigação e o desenvolvimento de satélites militares com diversos fins, incluindo "vigilância, localização de alvos e ataques guiados contra alvos no Médio Oriente", afirmou.
A força aérea israelita também atacou na sexta-feira um comando de inteligência no quartel militar de Khatam al-Anbiya e combatentes da força paramilitar iraniana Basij estacionados em diferentes pontos de controlo da capital.
As autoridades iranianas não atualizam o número de mortos nos ataques de Israel há mais de uma semana, sendo que a última contagem rondava os 1.230.
Em Israel, os mísseis iranianos mataram até ao momento 12 pessoas, enquanto o serviço de emergência Magen David Adom (MDA), equivalente à Cruz Vermelha, prestou assistência a quatro feridos graves e nove moderados.
Lusa
O comandante da Força Naval da Guarda Revolucionária do Irão, general Alireza Tangsiri, disse que as forças iranianas atacaram em vagas consecutivas "objetivos-chave" nas bases Al Dhafra (Emirados), Sheikh Isa (Bahrein) e Al Udeid (Qatar).
Radares "Patriot", torres de controlo, hangares de aviões, rampas centrais e depósitos de combustível "ficaram envoltos em chamas", afirmou Tangsiri num comunicado nas redes sociais, citado pela agência espanhola EFE.
O Irão prometeu hoje destruir "toda a infraestrutura petrolífera, económica e energética relacionada com os Estados Unidos" no Médio Oriente se sofrer ataques a infraestruturas idênticas.
O aviso foi feito após a ofensiva norte-americana contra a ilha iraniana de Kharg, onde se armazena 90% do petróleo que o país exporta para o mundo.
O Presidente norte-americano, Donald Trump, assegurou que o ataque foi dirigido a alvos militares e que optou por "não destruir a infraestrutura petrolífera" em Kharg.
Avisou, no entanto, que poderá reconsiderar a decisão se persistir qualquer bloqueio iraniano no Golfo Pérsico.
Kharg, localizada a 25 quilómetros da costa iraniana, é descrita como um ponto vital para o Irão por concentrar o principal terminal petrolífero do país e ser o maior ponto de carregamento de crude para navios petroleiros.
Do lado israelita, o exército assegurou num comunicado que destruiu o principal centro de investigação da Organização Espacial Iraniana, "pertencente às forças do regime" de Teerão.
O centro albergava "laboratórios estratégicos" utilizados para a investigação e o desenvolvimento de satélites militares com diversos fins, incluindo "vigilância, localização de alvos e ataques guiados contra alvos no Médio Oriente", afirmou.
A força aérea israelita também atacou na sexta-feira um comando de inteligência no quartel militar de Khatam al-Anbiya e combatentes da força paramilitar iraniana Basij estacionados em diferentes pontos de controlo da capital.
As autoridades iranianas não atualizam o número de mortos nos ataques de Israel há mais de uma semana, sendo que a última contagem rondava os 1.230.
Em Israel, os mísseis iranianos mataram até ao momento 12 pessoas, enquanto o serviço de emergência Magen David Adom (MDA), equivalente à Cruz Vermelha, prestou assistência a quatro feridos graves e nove moderados.
Lusa