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Irão. Estreito de Ormuz encerrado a navios ligados a portos "inimigos"
A Guarda Revolucionária do Irão anunciou que obrigou três navios porta-contentores a regressar ao Estreito de Ormuz, declarando que esta via navegável estratégica está agora encerrada a navios provenientes de ou com destino a portos ligados ao "inimigo".
"A passagem de qualquer navio proveniente ou com destino a portos pertencentes a aliados e apoiantes dos inimigos americano-sionistas é proibida", declarou a Guarda, o exército ideológico da República Islâmica, no seu site de notícias Sepah News.
Esta decisão levanta novas questões sobre a capacidade dos navios utilizarem esta rota marítima estratégica, por onde passam normalmente 20 por cento do fornecimento mundial de petróleo e gás, bem como outros produtos essenciais.
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"A passagem de qualquer navio proveniente ou com destino a portos pertencentes a aliados e apoiantes dos inimigos americano-sionistas é proibida", declarou a Guarda, o exército ideológico da República Islâmica, no seu site de notícias Sepah News.
A Guarda não especificou os proprietários dos três navios obrigados a regressar.
Dois gigantescos navios porta-contentores pertencentes à empresa de navegação chinesa Cosco, que estão retidos no Golfo desde o início da guerra, também foram obrigados a regressar, de acordo com a plataforma de rastreio marítimo Kpler.
Esta decisão levanta novas questões sobre a capacidade dos navios utilizarem esta rota marítima estratégica, por onde passam normalmente 20 por cento do fornecimento mundial de petróleo e gás, bem como outros produtos essenciais.
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