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"Levaram pancadas fortes". Movimento fala em ferimentos entre manifestantes
António Tonga, um dos representantes dos manifestantes de Lisboa, garantiu aos jornalistas há momentos que os detidos pela PSP durante a madrugada “não ofereceram qualquer tipo de resistência”.
Segundo António Tonga, a detenção em si foi tranquila mas “precedida de uma ação profundamente violenta”. Os manifestantes foram entretanto libertados e constituídos arguidos.
“Neste momento temos algumas pessoas que estão feridas”, denunciou, falando em ferimentos ligeiros, como olhos inchados ou hematomas. “Levaram pancadas fortes inclusive na zona da cabeça”, afirmou.
Para este manifestante, “cai por terra esta tese de uma ação cirúrgica não violenta” por parte da polícia.
António Tonga apelou à participação na manifestação de hoje para lutar pela habitação e repudiar as ações policiais e acusou o Estado português de “bancar esta violência”.
Adiantou ainda que não está decidido, até ao momento, se esta noite haverá novo acampamento em Lisboa.
Segundo António Tonga, a detenção em si foi tranquila mas “precedida de uma ação profundamente violenta”. Os manifestantes foram entretanto libertados e constituídos arguidos.
“Neste momento temos algumas pessoas que estão feridas”, denunciou, falando em ferimentos ligeiros, como olhos inchados ou hematomas. “Levaram pancadas fortes inclusive na zona da cabeça”, afirmou.
Para este manifestante, “cai por terra esta tese de uma ação cirúrgica não violenta” por parte da polícia.
António Tonga apelou à participação na manifestação de hoje para lutar pela habitação e repudiar as ações policiais e acusou o Estado português de “bancar esta violência”.
Adiantou ainda que não está decidido, até ao momento, se esta noite haverá novo acampamento em Lisboa.