Especiais
Líder da IL exorta Governo a disponibilizar imóveis devolutos para arrendamento
"Em 2024, o primeiro-ministro disse que iria pôr os imóveis do Estado à disposição das pessoas em 60 dias. Passaram-se dois anos e meio. Porque é que não está a ser feito? O que é preciso para o fazer?", questionou Mariana Leitão.
A líder da Iniciativa Liberal, que se deslocou este sábado ao concelho de Idanha-a-Nova, no distrito de Castelo Branco, onde visitou uma empresa de produção de sementes biológicas, deu como exemplo Castelo Branco: "Temos mais de 100 imóveis devolutos, fechados, que podiam ser disponibilizados para arrendamento acessível".
"Todos sabemos que os salários são baixos e as rendas estão elevadíssimas. O governo tem de garantir que os imóveis devolutos do Estado têm de estar à disposição das pessoas. Estamos a falar de Castelo Branco. Agora imaginem pelo resto do país. Estes imóveis têm de estar à disposição das pessoas. Isso tem de ser feito e já", enfatizou.
Mariana Leitão desafiou ainda os partidos de esquerda a apresentarem propostas para resolver o problema, "mas propostas que resultem".
"Apresentem propostas que funcionem e não propostas que já são conhecidas e que já tivemos exemplos noutros países que não funcionam. Pelo contrário, agravam o problema da habitação".
A líder da Iniciativa Liberal, que se deslocou este sábado ao concelho de Idanha-a-Nova, no distrito de Castelo Branco, onde visitou uma empresa de produção de sementes biológicas, deu como exemplo Castelo Branco: "Temos mais de 100 imóveis devolutos, fechados, que podiam ser disponibilizados para arrendamento acessível".
"Todos sabemos que os salários são baixos e as rendas estão elevadíssimas. O governo tem de garantir que os imóveis devolutos do Estado têm de estar à disposição das pessoas. Estamos a falar de Castelo Branco. Agora imaginem pelo resto do país. Estes imóveis têm de estar à disposição das pessoas. Isso tem de ser feito e já", enfatizou.
Mariana Leitão desafiou ainda os partidos de esquerda a apresentarem propostas para resolver o problema, "mas propostas que resultem".
"Apresentem propostas que funcionem e não propostas que já são conhecidas e que já tivemos exemplos noutros países que não funcionam. Pelo contrário, agravam o problema da habitação".