Especiais
Líder parlamentar iraniano declara Ucrânia como "alvo legítimo"
O presidente da Comissão de Segurança Nacional do parlamento iraniano, Ebrahim Azizi, acusou a Ucrânia de se envolver na guerra contra o seu país, tornando-se num "alvo legítimo" ao fornecer drones a Israel.
"Ao prestar apoio com drones ao regime israelita, a Ucrânia, que já não tem poder, envolveu-se de facto na guerra e, de acordo com a Carta da ONU, tornou todo o seu território num alvo legítimo para o Irão", considerou o parlamentar iraniano nas redes sociais, quando se assinalam hoje duas semanas desde o início da ofensiva aérea dos Estados Unidos e Israel contra a República Islâmica.
Desde o início do conflito, em 28 de fevereiro, as forças de Teerão têm respondido com o lançamento de mísseis e drones contra Israel e os países vizinhos do Médio Oriente, visando bases militares norte-americanas, mas também infraestruturas energéticas, tecnológicas e financeiras.
O Presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, destacou na sexta-feira que Kiev enviou equipas de especialistas para o Qatar, Emirados Árabes Unidos e Arábia Saudita para partilhar a sua experiência no abate de drones com tecnologia iraniano, como os Shahed, usados na Ucrânia pela Rússia, um aliado próximo de Teerão.
Num encontro em Paris com Raza Pahlavi, filho do último xá e que se propõe substituir o regime teocrático no fim da ofensiva israelo-americana, Zelensky afirmou que a liderança do Irão sofreu "perdas significativas" e apelou para uma maior proteção do povo iraniano para que possa decidir o seu próprio destino.
Defendeu ainda o aumento da pressão internacional e os esforços conjuntos para alcançar estes objetivos, e manifestou o seu desejo de ver "um Irão livre" que não colabore com a Rússia nem desestabilize o Médio Oriente, a Europa e o mundo.
"Ao prestar apoio com drones ao regime israelita, a Ucrânia, que já não tem poder, envolveu-se de facto na guerra e, de acordo com a Carta da ONU, tornou todo o seu território num alvo legítimo para o Irão", considerou o parlamentar iraniano nas redes sociais, quando se assinalam hoje duas semanas desde o início da ofensiva aérea dos Estados Unidos e Israel contra a República Islâmica.
Desde o início do conflito, em 28 de fevereiro, as forças de Teerão têm respondido com o lançamento de mísseis e drones contra Israel e os países vizinhos do Médio Oriente, visando bases militares norte-americanas, mas também infraestruturas energéticas, tecnológicas e financeiras.
O Presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, destacou na sexta-feira que Kiev enviou equipas de especialistas para o Qatar, Emirados Árabes Unidos e Arábia Saudita para partilhar a sua experiência no abate de drones com tecnologia iraniano, como os Shahed, usados na Ucrânia pela Rússia, um aliado próximo de Teerão.
Num encontro em Paris com Raza Pahlavi, filho do último xá e que se propõe substituir o regime teocrático no fim da ofensiva israelo-americana, Zelensky afirmou que a liderança do Irão sofreu "perdas significativas" e apelou para uma maior proteção do povo iraniano para que possa decidir o seu próprio destino.
Defendeu ainda o aumento da pressão internacional e os esforços conjuntos para alcançar estes objetivos, e manifestou o seu desejo de ver "um Irão livre" que não colabore com a Rússia nem desestabilize o Médio Oriente, a Europa e o mundo.