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Lula da Silva, o filho da Dona Lindu, volta a liderar o país
Candidato sete vezes à presidência da República do Brasil, Lula da Silva, filho de Dona Lindu de Pernambuco, desafia a idade e os problemas de saúde e arranca para um quarto mandato à frente dos destinos do Brasil.
A saúde de Lula da Silva também marcou a política brasileira nos últimos quatro anos, tendo o chefe de Estado passado por uma cirurgia às ancas em 2023.
Foi submetido a uma cirurgia para tratar um sangramento na cabeça após sofrer uma queda na casa de banho no Palácio da Alvorada (residência oficial), que o obrigou a cancelar agendas internacionais, ainda em 2024.
No ano passado, apresentou um quadro de labirintite e, este ano, passou por um tratamento a um cancro de pele na cabeça, de que afirmou estar curado.
No atual mandato, usou as redes sociais para mostrar vigor físico, ao exibir a sua rotina de atividade física, e incentivar as pessoas a fazerem o mesmo.
O filho de Dona Lindu, como gosta de se apresentar, nasceu numa zona pobre de Pernambuco, na região nordeste, de onde saiu, aos sete anos fugindo da fome com seis irmãos e a mãe analfabeta, para o estado de São Paulo.
Candidato sete vezes à presidência da República do Brasil, foi o primeiro líder sindical e operário a chegar ao Palácio do Planalto.
Ainda cedo ganhou o apelido "Lula", muito comum no Nordeste brasileiro para quem se chama Luiz. Conseguiu o seu primeiro emprego aos 12 anos, e aos 19, empregado numa metalúrgica, teve o dedo mínimo da mão esquerda decepado num acidente de trabalho.
A sua entrada no movimento sindical, que o catapultou para o mundo da política, aconteceu em 1969, quando Lula concorreu ao primeiro cargo no Sindicato dos Metalúrgicos de São Bernardo do Campo, na região metropolitana de São Paulo.
Foi eleito presidente do sindicato em 1975, tornando-se conhecido dos brasileiros ao liderar as primeiras greves de trabalhadores contra o Regime Militar (1964-1985), tendo chegado a ser preso.
Em fevereiro de 1980, participou com outros sindicalistas, intelectuais, políticos e representantes de movimentos sociais, na fundação do Partido dos Trabalhadores (PT), o maior movimento de esquerda do país.
Dois anos depois, fez a sua estreia na vida pública, disputou a sua primeira eleição, então para o governo de São Paulo, ficando como quarto colocado.
c/ Lusa
A saúde de Lula da Silva também marcou a política brasileira nos últimos quatro anos, tendo o chefe de Estado passado por uma cirurgia às ancas em 2023.
Foi submetido a uma cirurgia para tratar um sangramento na cabeça após sofrer uma queda na casa de banho no Palácio da Alvorada (residência oficial), que o obrigou a cancelar agendas internacionais, ainda em 2024.
No ano passado, apresentou um quadro de labirintite e, este ano, passou por um tratamento a um cancro de pele na cabeça, de que afirmou estar curado.
No atual mandato, usou as redes sociais para mostrar vigor físico, ao exibir a sua rotina de atividade física, e incentivar as pessoas a fazerem o mesmo.
O filho de Dona Lindu, como gosta de se apresentar, nasceu numa zona pobre de Pernambuco, na região nordeste, de onde saiu, aos sete anos fugindo da fome com seis irmãos e a mãe analfabeta, para o estado de São Paulo.
Candidato sete vezes à presidência da República do Brasil, foi o primeiro líder sindical e operário a chegar ao Palácio do Planalto.
Ainda cedo ganhou o apelido "Lula", muito comum no Nordeste brasileiro para quem se chama Luiz. Conseguiu o seu primeiro emprego aos 12 anos, e aos 19, empregado numa metalúrgica, teve o dedo mínimo da mão esquerda decepado num acidente de trabalho.
A sua entrada no movimento sindical, que o catapultou para o mundo da política, aconteceu em 1969, quando Lula concorreu ao primeiro cargo no Sindicato dos Metalúrgicos de São Bernardo do Campo, na região metropolitana de São Paulo.
Foi eleito presidente do sindicato em 1975, tornando-se conhecido dos brasileiros ao liderar as primeiras greves de trabalhadores contra o Regime Militar (1964-1985), tendo chegado a ser preso.
Em fevereiro de 1980, participou com outros sindicalistas, intelectuais, políticos e representantes de movimentos sociais, na fundação do Partido dos Trabalhadores (PT), o maior movimento de esquerda do país.
Dois anos depois, fez a sua estreia na vida pública, disputou a sua primeira eleição, então para o governo de São Paulo, ficando como quarto colocado.
c/ Lusa