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Macron descreve um novo mundo bárbaro: "O retorno da lei da selva"
No seu último discurso perante a Assembleia-Geral da ONU enquanto chefe de Estado francês, Emmanuel Macron centrou-se nos exemplos de “imperialismo, arrogância e força irrestrita”.
Aproveitou a ocasião para denunciar “um mundo em que o poder está concentrado nas mãos de alguns” e relembrar que a função primária da Organização das Nações Unidas se prende com o debate das relações internacionais entre “povos livres”.
Macron teceu críticas aos que pensam “mandar no mundo”, mas que acabam por contribuir para o regresso da “lei da selva” e para o início de uma nova “era da barbaridade”.
“Não devemos esquecer as lições do século XX”, avisou.
Aproveitou a ocasião para denunciar “um mundo em que o poder está concentrado nas mãos de alguns” e relembrar que a função primária da Organização das Nações Unidas se prende com o debate das relações internacionais entre “povos livres”.
Macron teceu críticas aos que pensam “mandar no mundo”, mas que acabam por contribuir para o regresso da “lei da selva” e para o início de uma nova “era da barbaridade”.
“Não devemos esquecer as lições do século XX”, avisou.
O representante francês apelou a que todos os países se mantenham “firmes ao lado das Nações Unidas”, de modo a decidirem, “em conjunto, o interesse comum”.