Especiais
Mais de 4.600 milhões de euros em prejuízos
Falando aos jornalistas sobre o anunciado PTRR, o primeiro-ministro reiterou que “nós não temos ainda o desenho, estamos a fazê-lo”.
“Temos de integrar nesse programa muitas das perspetivas de investimento que já estão em curso e outras que se vêm agora juntar em termos de recuperação”, elucidou.
O primeiro-ministro não quis responder se haverá uma remodelação cirúrgica no Governo, garantindo apenas que o Executivo “está todo mobilizado para podermos apresentar ao país o nosso PTRR – Portugal Recuperação e Resiliência – e para podermos também ter depois todos os departamentos do Estado e a sociedade civil mobilizada”.
O chefe de Governo realçou que “agora que vamos recuperar o país, nós temos de ganhar ainda mais capacidade para podermos enfrentar fenómenos meteorológicos extremos como os que enfrentámos agora”.
Quanto aos danos na A1 em Coimbra, Luís Montenegro afirmou que “tudo aquilo que puder ser feito do ponto de vista técnico para poder repor a situação será feito” mas, “neste momento, com o caudal que o rio Mondego tem ainda, sabemos que essas operações estão prejudicadas e portanto tem de se aguardar por condições que permitam, em segurança, fazer esse restabelecimento”, que “é a prioridade máxima”.
O primeiro-ministro referiu ainda que a última estimativa relativa aos prejuízos causados pelo mau tempo em todo o país nas últimas semanas, realizada há 48 horas, apontava para mais de 4.600 milhões de euros.
“Temos de integrar nesse programa muitas das perspetivas de investimento que já estão em curso e outras que se vêm agora juntar em termos de recuperação”, elucidou.
O primeiro-ministro não quis responder se haverá uma remodelação cirúrgica no Governo, garantindo apenas que o Executivo “está todo mobilizado para podermos apresentar ao país o nosso PTRR – Portugal Recuperação e Resiliência – e para podermos também ter depois todos os departamentos do Estado e a sociedade civil mobilizada”.
O chefe de Governo realçou que “agora que vamos recuperar o país, nós temos de ganhar ainda mais capacidade para podermos enfrentar fenómenos meteorológicos extremos como os que enfrentámos agora”.
Quanto aos danos na A1 em Coimbra, Luís Montenegro afirmou que “tudo aquilo que puder ser feito do ponto de vista técnico para poder repor a situação será feito” mas, “neste momento, com o caudal que o rio Mondego tem ainda, sabemos que essas operações estão prejudicadas e portanto tem de se aguardar por condições que permitam, em segurança, fazer esse restabelecimento”, que “é a prioridade máxima”.
O primeiro-ministro referiu ainda que a última estimativa relativa aos prejuízos causados pelo mau tempo em todo o país nas últimas semanas, realizada há 48 horas, apontava para mais de 4.600 milhões de euros.