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Manifestantes em frente do parlamento fazem apelo a greve geral
Vários dos manifestantes chamados a discursar na manifestação hoje organizada em frente ao parlamento, em Lisboa, apelaram aos milhares presentes para a realização de uma greve geral pelo direito à habitação e o aumento do custo de vida.
No discurso de muitos ativistas foi feito o apelo às confederações sindicais para a organização de uma greve geral, recolhendo o apoio entusiástico dos presentes, no protesto promovido pela plataforma Casa Para Viver e pelo movimento que organizou a Acampada de Lisboa, no Rossio.
"Greve geral para já", podia ler-se numa das centenas de cartazes junto ao palco quando André Pestana, do Sindicato de Todos os Profissionais da Educação (STOP), apelou às centrais sindicais para uma paralisação global do país.
"A greve geral já está marcada na Bélgica, Espanha ou França e Portugal também tem de ir", disse o dirigente.
A CGTP admitiu esta semana convocar uma nova greve geral contra o aumento do custo de vida e em defesa dos salários, pensões, educação, proteção social e habitação, mas salientou que a decisão não deve ser tomada "de forma precipitada".
No discurso de muitos ativistas foi feito o apelo às confederações sindicais para a organização de uma greve geral, recolhendo o apoio entusiástico dos presentes, no protesto promovido pela plataforma Casa Para Viver e pelo movimento que organizou a Acampada de Lisboa, no Rossio.
"Greve geral para já", podia ler-se numa das centenas de cartazes junto ao palco quando André Pestana, do Sindicato de Todos os Profissionais da Educação (STOP), apelou às centrais sindicais para uma paralisação global do país.
"A greve geral já está marcada na Bélgica, Espanha ou França e Portugal também tem de ir", disse o dirigente.
A CGTP admitiu esta semana convocar uma nova greve geral contra o aumento do custo de vida e em defesa dos salários, pensões, educação, proteção social e habitação, mas salientou que a decisão não deve ser tomada "de forma precipitada".