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Manifestantes no Porto convidam Pedro Duarte a juntar-se à assembleia popular
Na Praça D. João I, no Porto, o número de tendas tem vindo a crescer e ultrapassa já uma centena. A PSP passou várias vezes no local, mas não houve qualquer interação com os manifestantes e a manhã tem sido tranquila.
Catarina dos Santos, porta-voz da Acampada no Porto, queixa-se da ausência de respostas políticas e deixa uma garantia: “continuaremos aqui”.
Ouvida pela RTP, esta manifestante afirma que “este Governo gosta de ser conhecido como um Governo que faz coisas e impõe reformas e põe o país a mexer”, mas “infelizmente não é o que os portugueses têm visto, portanto aqui estaremos até que algo aconteça”.
Para as 19h00 desta segunda-feira está marcada uma assembleia popular que pretende “aumentar a programação” do protesto. “Queremos tornar a praça viva”, explicou.
“Pedro Duarte quer remeter este assunto à burocracia e aos gabinetes, às assembleias que ele controla, e não parece disposto a ouvir os seus munícipes e eleitores, que também têm estado presentes nesta praça”, vincou ainda Catarina dos Santos.
“Mantemos sempre as assembleias abertas à presença do senhor Pedro Duarte quando ele quiser vir, mas não estamos dispostos a abdicar da nossa democracia direta para dirigir-nos até ele”, acrescentou.
Catarina dos Santos, porta-voz da Acampada no Porto, queixa-se da ausência de respostas políticas e deixa uma garantia: “continuaremos aqui”.
Ouvida pela RTP, esta manifestante afirma que “este Governo gosta de ser conhecido como um Governo que faz coisas e impõe reformas e põe o país a mexer”, mas “infelizmente não é o que os portugueses têm visto, portanto aqui estaremos até que algo aconteça”.
Para as 19h00 desta segunda-feira está marcada uma assembleia popular que pretende “aumentar a programação” do protesto. “Queremos tornar a praça viva”, explicou.
“Pedro Duarte quer remeter este assunto à burocracia e aos gabinetes, às assembleias que ele controla, e não parece disposto a ouvir os seus munícipes e eleitores, que também têm estado presentes nesta praça”, vincou ainda Catarina dos Santos.
“Mantemos sempre as assembleias abertas à presença do senhor Pedro Duarte quando ele quiser vir, mas não estamos dispostos a abdicar da nossa democracia direta para dirigir-nos até ele”, acrescentou.