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Manifestantes protestam em Itália contra a guerra e o Governo Meloni
Diversas manifestações ocorreram hoje em cidades italianas como Roma, Milão e Turim contra a guerra no Médio Oriente, o Governo de Giorgia Meloni e o referendo sobre a reforma judicial.
A principal manifestação, organizada por sindicatos e grupos estudantis, percorreu o centro da capital italiana sob o lema "Não ao Governo Meloni, não à guerra, não ao referendo".
Durante a marcha, na qual bandeiras palestinianas, cubanas e venezuelanas eram visíveis, os manifestantes entoaram `slogans` contra Meloni, o Presidente dos EUA, Donald Trump, e o primeiro-ministro israelita, Benjamin Netanyahu.
Os manifestantes também queimaram fotografias do Presidente dos EUA, Donald Trump, e da primeira-ministra italiana, Giorgia Meloni, durante os protestos.
Este protesto criticou a posição de Meloni sobre a guerra no Médio Oriente e os laços estreitos com Donald Trump, embora Roma não esteja diretamente envolvida no conflito.
Sem números oficiais, os organizadores estimaram o número de participantes em Roma em 20 mil pessoas. Entre os `slogans` mais repetidos estavam mensagens como "Tirem as mãos do Irão" e "Defendam a Cuba socialista", em protesto contra o que chamam de agressão imperialista.
A organização sindical Unione Sindical de Base (USB) denunciou, em comunicado, a "economia de guerra" e o militarismo de um Governo que, na sua visão, "é incapaz de garantir um desenvolvimento equilibrado ou emprego estável".
Por sua vez, o Governo italiano reiterou esta semana que não participa e não participará num conflito contra o Irão, enfatizando que a sua prioridade é a desescalada e a proteção dos cidadãos na região.
O dia de protesto, que ocorreu em cidades como Bolonha, Turim e Milão, coincide com o início da última semana de campanha para o referendo de 22 e 23 de março sobre a reforma judicial, à qual a oposição se opõe, argumentando que enfraquece a independência do judiciário.
A iniciativa propõe a separação das carreiras de juízes e promotores para evitar a alternância de funções e a criação de dois Conselhos Superiores da Magistratura distintos, cujos membros seriam escolhidos por sorteio, entre outras medidas.
Embora os sindicatos e a oposição tenham enquadrado a votação como um referendo sobre o seu desempenho, Meloni pediu que a consulta não seja interpretada como um plebiscito pessoal e afirmou que não renunciará mesmo que a reforma seja rejeitada.
A principal manifestação, organizada por sindicatos e grupos estudantis, percorreu o centro da capital italiana sob o lema "Não ao Governo Meloni, não à guerra, não ao referendo".
Durante a marcha, na qual bandeiras palestinianas, cubanas e venezuelanas eram visíveis, os manifestantes entoaram `slogans` contra Meloni, o Presidente dos EUA, Donald Trump, e o primeiro-ministro israelita, Benjamin Netanyahu.
Os manifestantes também queimaram fotografias do Presidente dos EUA, Donald Trump, e da primeira-ministra italiana, Giorgia Meloni, durante os protestos.
Este protesto criticou a posição de Meloni sobre a guerra no Médio Oriente e os laços estreitos com Donald Trump, embora Roma não esteja diretamente envolvida no conflito.
Sem números oficiais, os organizadores estimaram o número de participantes em Roma em 20 mil pessoas. Entre os `slogans` mais repetidos estavam mensagens como "Tirem as mãos do Irão" e "Defendam a Cuba socialista", em protesto contra o que chamam de agressão imperialista.
A organização sindical Unione Sindical de Base (USB) denunciou, em comunicado, a "economia de guerra" e o militarismo de um Governo que, na sua visão, "é incapaz de garantir um desenvolvimento equilibrado ou emprego estável".
Por sua vez, o Governo italiano reiterou esta semana que não participa e não participará num conflito contra o Irão, enfatizando que a sua prioridade é a desescalada e a proteção dos cidadãos na região.
O dia de protesto, que ocorreu em cidades como Bolonha, Turim e Milão, coincide com o início da última semana de campanha para o referendo de 22 e 23 de março sobre a reforma judicial, à qual a oposição se opõe, argumentando que enfraquece a independência do judiciário.
A iniciativa propõe a separação das carreiras de juízes e promotores para evitar a alternância de funções e a criação de dois Conselhos Superiores da Magistratura distintos, cujos membros seriam escolhidos por sorteio, entre outras medidas.
Embora os sindicatos e a oposição tenham enquadrado a votação como um referendo sobre o seu desempenho, Meloni pediu que a consulta não seja interpretada como um plebiscito pessoal e afirmou que não renunciará mesmo que a reforma seja rejeitada.