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Ministro da Administração Interna reafirma que "falta de habitação toca a todos". PSP vai agir "de forma antecipativa"
O ministro da Administração Interna voltou a pronunciar-se, na manhã desta quarta-feira, a partir de Matosinhos, sobre a vaga de protestos pelo direito à habitação e contra o aumento do custo de vida. Para reafirmar que "o tema da falta de habitação toca a todos" e acenar com uma atuação preventiva da Polícia de Segurança Pública, face ao cenário de novo acampamento no centro de Lisboa.
"Este Governo está muito estruturado e está muito motivado para encontrar soluções, sobretudo para as camadas mais jovens. É um direto absolutamente legítimo e, volto a enfatizar, humano", afirmou aos jornalistas, quando questionado sobre as declarações que proferiu a pr"A ação da polícia é o cumprimento da lei", quis enfatizar o ministro da Administração Interna, Luís Neves, durante uma deslocação a Matosinhos.opósito do que descreveu como o fim dos acampamentos.
"Este Governo está muito estruturado e está muito motivado para encontrar soluções, sobretudo para as camadas mais jovens. É um direto absolutamente legítimo e, volto a enfatizar, humano", afirmou aos jornalistas, quando questionado sobre as declarações que proferiu a pr"A ação da polícia é o cumprimento da lei", quis enfatizar o ministro da Administração Interna, Luís Neves, durante uma deslocação a Matosinhos.opósito do que descreveu como o fim dos acampamentos.
"Quero dizer a todos os manifestantes que estamos todos cientes de que estamos perante uma necessidade absoluta. Manifestar-se é um direito legítimo, constitucional, livre, é um direto reconquistado há mais de 50 anos, com a democracia. Este é um ponto", observou em seguida o titular da pasta da Administração Interna.
"Segundo ponto relacionado com isto: há aqui uma aproximação entre quem faz a gestão da ordem pública, dos espaços públicos, e os manifestantes", continuou Luís Neves.
"Tudo isto tem que ser feito de uma forma em que haja respeito mútuo. Nós, da parte do Estado e das polícias, tem que haver o cumprimento da lei. E acho que é globalmente reconhecida a forma muito positiva como as coisas decorreram nos últimos dias em Lisboa e no Porto e é assim que as coisas têm que ser", sustentou o governante.
Questionado sobre as suas palavras - "acabaram as acampadas" -, o ministro da Administração Interna recusou ter um discurso semelhante ao do presidente da Câmara do Porto, Pedro Duarte, quando prometeu ser "implacável": "Acho que tenho aqui tido um discurso de respeito e até amigável no sentido de trasmitir às pessoas aquilo que podem e não podem fazer".
"Tudo isto tem que ser feito de uma forma em que haja respeito mútuo. Nós, da parte do Estado e das polícias, tem que haver o cumprimento da lei. E acho que é globalmente reconhecida a forma muito positiva como as coisas decorreram nos últimos dias em Lisboa e no Porto e é assim que as coisas têm que ser", sustentou o governante.
Questionado sobre as suas palavras - "acabaram as acampadas" -, o ministro da Administração Interna recusou ter um discurso semelhante ao do presidente da Câmara do Porto, Pedro Duarte, quando prometeu ser "implacável": "Acho que tenho aqui tido um discurso de respeito e até amigável no sentido de trasmitir às pessoas aquilo que podem e não podem fazer".
"O que foi transmitido para os promotores das manifestações é que não se deixem infiltrar por elementos extremistas que venham trazer aqui outras formas de violência extremada. É apenas isso que é perigoso", reiterou, para sublinhar que a eventual identificação de tais elementos "é matéria de investigação criminal".
"Ninguém fica satisfeito com nenhum ato de violência", completou o ministro, acrescentando que a PSP irá atuar, nas próximas horas, de "uma forma antecipativa", face à promessa de uma novo acampamento na Praça do Rossio, em Lisboa.
"Ninguém fica satisfeito com nenhum ato de violência", completou o ministro, acrescentando que a PSP irá atuar, nas próximas horas, de "uma forma antecipativa", face à promessa de uma novo acampamento na Praça do Rossio, em Lisboa.