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Ministro das Finanças confiante que valor estratégico não será afetado pela guerra no Irão
O ministro português das Finanças afirmou hoje que a guerra no Irão gera incerteza, particularmente no setor da aviação, mas manifestou-se confiante que o valor estratégico, de médio e longo prazo da TAP não será afetado.
Esta posição foi transmitida por Joaquim Miranda Sarmento no final da reunião do Conselho de Ministros em que o Governo aprovou uma resolução a convidar formalmente os grupos de aviação Air France-KLM e Lufthansa a apresentarem propostas vinculativas para a compra de 44,9% do capital da TAP destinados a investidores de referência.
"Relativamente à guerra, há de facto um nível de incerteza muito grande, não apenas neste setor [da aviação], mas na economia em geral. Em todo o caso, creio que os concorrentes olham para a TAP numa perspetiva de médio e longo prazo", sustentou o ministro das Finanças.
Joaquim Miranda Sarmento manifestou-se confiante que os potenciais investidores na TAP olham para a transportadora aérea nacional "como um ativo muito importante na sua estratégia de crescimento, particularmente em mercados que têm neste momento taxas de crescimento muito elevadas".
"Portanto, embora não sabemos o que vai acontecer nos próximos meses, creio que até ao momento o valor estratégico e de médio e longo prazo da TAP não é afetado por esta situação", defendeu.
c/ Lusa
Esta posição foi transmitida por Joaquim Miranda Sarmento no final da reunião do Conselho de Ministros em que o Governo aprovou uma resolução a convidar formalmente os grupos de aviação Air France-KLM e Lufthansa a apresentarem propostas vinculativas para a compra de 44,9% do capital da TAP destinados a investidores de referência.
"Relativamente à guerra, há de facto um nível de incerteza muito grande, não apenas neste setor [da aviação], mas na economia em geral. Em todo o caso, creio que os concorrentes olham para a TAP numa perspetiva de médio e longo prazo", sustentou o ministro das Finanças.
Joaquim Miranda Sarmento manifestou-se confiante que os potenciais investidores na TAP olham para a transportadora aérea nacional "como um ativo muito importante na sua estratégia de crescimento, particularmente em mercados que têm neste momento taxas de crescimento muito elevadas".
"Portanto, embora não sabemos o que vai acontecer nos próximos meses, creio que até ao momento o valor estratégico e de médio e longo prazo da TAP não é afetado por esta situação", defendeu.
c/ Lusa