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Movimento no Porto denuncia agressão pela polícia e apela ao presidente da República
O movimento pela habitação que há mais de uma semana tem estado na Praça D. João I, no Porto, repudiou hoje o "despejo" de manhã pela PSP, denunciando uma agressão a um manifestante e pedindo ao Presidente da República para intervir.
"No Porto, perante a ordem dada pelas autoridades policiais e embora reconhecendo tal ordem como absolutamente ilegítima, a equipa de segurança da Acampada determinou a desmobilização voluntária para evitar um trauma coletivo geral", pode ler-se em comunicado hoje enviado à Lusa.
Segundo a organização, "uma pessoa foi novamente agredida no interior do recinto pelas forças policiais, tendo ficado ferida", lembrando a organização que, na semana passada, uma carga policial deixou 39 feridos, dois deles graves, além de um polícia, numa operação de que não resultaram detidos nem pessoas identificadas.
A acampada pede, agora, que seja revelado "o fundamento legal concreto para impedir o acesso à praça e a continuação da manifestação pacífica", uma vez que foram montadas grades no local, embora exista um "aviso prévio para manifestação" desde as 08:00.
Estando já convocada nova concentração para as 19:00, o movimento "pretende exercer pacificamente os seus direitos, sem confrontação com as forças policiais", mas pede que seja respeitado o artigo 45.º da Constituição, "que se sobrepõe a todas as outras leis".
"Apelamos ao presidente desta mesma República, na pessoa de António José Seguro, eleito para servir como garantia fundamental da ordem constitucional, para que por favor a defenda", pode ler-se na nota.
c/ Lusa
"No Porto, perante a ordem dada pelas autoridades policiais e embora reconhecendo tal ordem como absolutamente ilegítima, a equipa de segurança da Acampada determinou a desmobilização voluntária para evitar um trauma coletivo geral", pode ler-se em comunicado hoje enviado à Lusa.
Segundo a organização, "uma pessoa foi novamente agredida no interior do recinto pelas forças policiais, tendo ficado ferida", lembrando a organização que, na semana passada, uma carga policial deixou 39 feridos, dois deles graves, além de um polícia, numa operação de que não resultaram detidos nem pessoas identificadas.
A acampada pede, agora, que seja revelado "o fundamento legal concreto para impedir o acesso à praça e a continuação da manifestação pacífica", uma vez que foram montadas grades no local, embora exista um "aviso prévio para manifestação" desde as 08:00.
Estando já convocada nova concentração para as 19:00, o movimento "pretende exercer pacificamente os seus direitos, sem confrontação com as forças policiais", mas pede que seja respeitado o artigo 45.º da Constituição, "que se sobrepõe a todas as outras leis".
"Apelamos ao presidente desta mesma República, na pessoa de António José Seguro, eleito para servir como garantia fundamental da ordem constitucional, para que por favor a defenda", pode ler-se na nota.
c/ Lusa