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Movimento pela habitação junta mais de 50 pessoas em Viana do Castelo
Mais de 50 pessoas concentram-se hoje, na Praça da República, em Viana do Castelo para participarem nas primeiras jornadas populares promovidas pelo recém-criado Movimento Cívico Apartidário do Alto Minho- ManifestAM.
Em declarações aos jornalistas, uma das portas voz do movimento, Maria Alves, explicou que o objetivo da iniciativa, que decorreu entre as 14:30 e as 18:00, foi proporcionar "um espaço de conversa, de debate coletivo sobre a habitação, numa mobilização pacífica e tranquila".
"Acima de tudo lutamos pela proteção do direito à manifestação constitucionalmente inscrito e que vemos um bocadinho ameaçado recentemente", frisou, adiantando para a iniciativa serviu para preparar a manifestação prevista para 14 de novembro, "alinhada com as acampadas do Porto em Lisboa" para defender "o acesso ou manutenção de habitação digna".
"[No dia 14 de novembro] vamo-nos articular com a manifestação pela defesa do Serviço Nacional de Saúde (SNS), que vai ocorrer ao mesmo tempo, em Viana do Castelo. Vamos juntar-nos na defesa de dois direitos constitucionais", adiantou.
O movimento deu-se a conhecer na capital do Alto Minho, no ex-libris da cidade, palco de muitos manifestações, entre elas a defesa dos Estaleiros Navais de Viana do Castelo como empresa pública.
Hoje, juntaram-se crianças, entretidas em oficinas de criação de cartazes de protesto, "porque a arte é uma forma de protesto" e, "numa atividade intitulada "Cidade de Cartão", procurando envolver diferentes gerações na construção de um espaço de participação e expressão coletiva".
Para os adultos, entre eles, representantes partidários houve "assembleia popular e, momentos de partilha de testemunhos" e momentos musicais com "A Cantiga é Uma Arma". Ouviram-se canções de Zeca Afonso e, levantaram-se os punhos para acompanhar o protesto "25 de abril sempre, fascismo nunca mais".
O evento serviu também para apresentar o manifesto que inclui as principais reivindicações do movimento em defesa da habitação.
"Dentro do exercício da democracia esta é uma forma mais direita e mais próxima da população para nos mobilizarmos e chamar a atenção para o tema da habitação", referiu Maria Alves, que lamentou o atraso no arranque da iniciativa "por falta de energia solicitada à Câmara de Viana do Castelo".
Os comerciantes da Praça da República "manifestaram a sua solidariedade" e forneceram eletricidade para ligar microfones e colunas de apoio à iniciativa.
Questionada sobre a possibilidade de montagem de tendas naquele local, tal como as ações de luta das acampadas do Porto e Lisboa, Maria Alves disse que, "neste momento, o movimento não sente necessidade de ocupar a praça".
"Podemos ocupá-la [Praça da República] com conversa, com diálogo, com oficinas de trabalho, construções para crianças, atividades que tragam as famílias que nos aproximem da população. Nós conhecemos a cidade em que vivemos, somos de cá. Sabemos como funciona a nossa região. Interessa-nos que as pessoas nos conheçam e possam falar num espaço cordato, democrático, aberto", reforçou a porta-voz do movimento cívico. Sempre sem carga policial. Nenhuma manifestação pacífica merece uma carga policial isso é certo em qualquer lado, a qualquer hora", salientou.
"Acima de tudo lutamos pela proteção do direito à manifestação constitucionalmente inscrito e que vemos um bocadinho ameaçado recentemente", frisou, adiantando para a iniciativa serviu para preparar a manifestação prevista para 14 de novembro, "alinhada com as acampadas do Porto em Lisboa" para defender "o acesso ou manutenção de habitação digna".
"[No dia 14 de novembro] vamo-nos articular com a manifestação pela defesa do Serviço Nacional de Saúde (SNS), que vai ocorrer ao mesmo tempo, em Viana do Castelo. Vamos juntar-nos na defesa de dois direitos constitucionais", adiantou.
O movimento deu-se a conhecer na capital do Alto Minho, no ex-libris da cidade, palco de muitos manifestações, entre elas a defesa dos Estaleiros Navais de Viana do Castelo como empresa pública.
Hoje, juntaram-se crianças, entretidas em oficinas de criação de cartazes de protesto, "porque a arte é uma forma de protesto" e, "numa atividade intitulada "Cidade de Cartão", procurando envolver diferentes gerações na construção de um espaço de participação e expressão coletiva".
Para os adultos, entre eles, representantes partidários houve "assembleia popular e, momentos de partilha de testemunhos" e momentos musicais com "A Cantiga é Uma Arma". Ouviram-se canções de Zeca Afonso e, levantaram-se os punhos para acompanhar o protesto "25 de abril sempre, fascismo nunca mais".
O evento serviu também para apresentar o manifesto que inclui as principais reivindicações do movimento em defesa da habitação.
"Dentro do exercício da democracia esta é uma forma mais direita e mais próxima da população para nos mobilizarmos e chamar a atenção para o tema da habitação", referiu Maria Alves, que lamentou o atraso no arranque da iniciativa "por falta de energia solicitada à Câmara de Viana do Castelo".
Os comerciantes da Praça da República "manifestaram a sua solidariedade" e forneceram eletricidade para ligar microfones e colunas de apoio à iniciativa.
Questionada sobre a possibilidade de montagem de tendas naquele local, tal como as ações de luta das acampadas do Porto e Lisboa, Maria Alves disse que, "neste momento, o movimento não sente necessidade de ocupar a praça".
"Podemos ocupá-la [Praça da República] com conversa, com diálogo, com oficinas de trabalho, construções para crianças, atividades que tragam as famílias que nos aproximem da população. Nós conhecemos a cidade em que vivemos, somos de cá. Sabemos como funciona a nossa região. Interessa-nos que as pessoas nos conheçam e possam falar num espaço cordato, democrático, aberto", reforçou a porta-voz do movimento cívico. Sempre sem carga policial. Nenhuma manifestação pacífica merece uma carga policial isso é certo em qualquer lado, a qualquer hora", salientou.
(Lusa)