Especiais
"Não podemos permitir que a solução de dois Estados desapareça"
Com o tumulto na região do Golfo, “é preciso não perder de vista a situação devastadora no território palestiniano ocupado”, alertou António Guterres.
“Faz quase três anos desde os ataques terroristas aberrantes do Hamas a 7 de outubro. Mas o que se seguiu foi um ataque aos palestinianos em Gaza numa escala de morte e destruição que eu nunca tinha visto nos meus anos enquanto secretário-geral”, declarou no seu discurso de abertura.
O secretário-geral da ONU vincou que “não podemos permitir que a solução de dois Estados desapareça”.
Abordou ainda a Ucrânia, onde “a invasão em larga escala da Rússia sujeitou um país soberano a uma guerra brutal” na qual “os civis continuam a ser assassinados fora das linhas da frente”, maioritariamente na Ucrânia “mas também em partes da Rússia”.
“No Sudão, uma luta por poder de agentes externos tornou-se uma guerra civil”, acrescentou, referindo ainda a crise no Myanmar, entre outros conflitos.
“Faz quase três anos desde os ataques terroristas aberrantes do Hamas a 7 de outubro. Mas o que se seguiu foi um ataque aos palestinianos em Gaza numa escala de morte e destruição que eu nunca tinha visto nos meus anos enquanto secretário-geral”, declarou no seu discurso de abertura.
O secretário-geral da ONU vincou que “não podemos permitir que a solução de dois Estados desapareça”.
Abordou ainda a Ucrânia, onde “a invasão em larga escala da Rússia sujeitou um país soberano a uma guerra brutal” na qual “os civis continuam a ser assassinados fora das linhas da frente”, maioritariamente na Ucrânia “mas também em partes da Rússia”.
“No Sudão, uma luta por poder de agentes externos tornou-se uma guerra civil”, acrescentou, referindo ainda a crise no Myanmar, entre outros conflitos.