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NOS e MEO reagem a declarações de presidente da República
Em declarações aos jornalistas, Marcelo Rebelo de Sousa afirmou as telecomunicações "portaram-se mal", embora "não tão gravemente como" em 2017. Segundo o presidente da República, a Vodafone "aguentou um bocadinho mais, mas depois ficou tudo sem comunicações".
Em reação o CEO da NOS, considerou que o chefe de Estado "está certamente muito mal informado".
"As suas declarações demonstram uma profunda insensibilidade e desumanidade face às centenas de homens e mulheres que desde quarta feira passada estão dia e noite a recuperar da maior destruição de redes de comunicações já vista em Portugal”, comunicou à imprensa.
"As suas declarações demonstram uma profunda insensibilidade e desumanidade face às centenas de homens e mulheres que desde quarta feira passada estão dia e noite a recuperar da maior destruição de redes de comunicações já vista em Portugal”, comunicou à imprensa.
Também a CEO da MEO reagiu , garantindo que desde o dia 28, foi ativado de imediato o "plano de contingência, com mais de 1.500 técnicos no terreno, mobilizados de forma contínua, muitas vezes em condições extremamente exigentes".
"Foi igualmente acionada a nossa sala de crise, em funcionamento 24 horas por dia, 7 dias por semana, garantindo coordenação permanente de todos os meios técnicos e operacionais", acrescentou Ana Figueiredo.
Segundo a operadora, "foram acionados meios alternativos de emergência, precisamente para mitigar impactos e garantir a maior resiliência possível das comunicações em contextos excecionais". E o foco da empresa de telecomunicações "está na recuperação plena dos serviços e no apoio às populações e às entidades críticas".
"As declarações proferidas pelo senhor Presidente da República só podem resultar de informações incompletas ou imprecisas sobre o trabalho que tem vindo a ser desenvolvido. Enquanto Presidente da MEO, é também minha responsabilidade defender o profissionalismo irrepreensível, a dedicação e o esforço incansável de todas as equipas que têm trabalhado de forma ininterrupta, em todas as frentes, para garantir um serviço essencial ao país".
"Foi igualmente acionada a nossa sala de crise, em funcionamento 24 horas por dia, 7 dias por semana, garantindo coordenação permanente de todos os meios técnicos e operacionais", acrescentou Ana Figueiredo.
Segundo a operadora, "foram acionados meios alternativos de emergência, precisamente para mitigar impactos e garantir a maior resiliência possível das comunicações em contextos excecionais". E o foco da empresa de telecomunicações "está na recuperação plena dos serviços e no apoio às populações e às entidades críticas".
"As declarações proferidas pelo senhor Presidente da República só podem resultar de informações incompletas ou imprecisas sobre o trabalho que tem vindo a ser desenvolvido. Enquanto Presidente da MEO, é também minha responsabilidade defender o profissionalismo irrepreensível, a dedicação e o esforço incansável de todas as equipas que têm trabalhado de forma ininterrupta, em todas as frentes, para garantir um serviço essencial ao país".