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O que pode custar a ausência de Ronaldo à FPF?
A saída de Cristiano Ronaldo do estágio da seleção nacional também terá implicações nas contas da Federação Portuguesa de Futebol.
Do cancelamento de patrocínios, à desvalorização da “marca” FPF, o especialista Carlos Coelho explica quais podem ser as consequências económicas e comerciais desta novela desportiva.
O presidente da consultora Ivity Brand Corp considerou que este episódio representa uma "perda de valor imensa", que nenhum resultado em campo conseguirá estancar.
"O maior ativo de sempre do futebol português devia ser tratado com respeito e cuidado. Se tem 41 anos, não pode ser gerido como um jovem de 17. O que aconteceu foi uma prova de falta de autoridade", afirmou, a respeito das palavras de Jorge Jesus.
Para o consultor, este afastamento atinge o coração financeiro da FPF, numa altura em que "o futebol deixou de ser desporto para ser uma indústria bilionária" que depende de audiências.
"A seleção vai continuar, vai jogar e vai ganhar. Não é isso que está em causa, o que está em causa é que, de um momento para o outro, perde um dos seus ativos. (…) Há centenas de milhões de pessoas no mundo que veem Portugal jogar apenas por causa de Cristiano Ronaldo", salientou.
Em sentido inverso, o especialista antevê que a marca pessoal do jogador cresça ainda mais, beneficiando do impacto mediático do caso.
"A seleção vai continuar, vai jogar e vai ganhar. Não é isso que está em causa, o que está em causa é que, de um momento para o outro, perde um dos seus ativos. (…) Há centenas de milhões de pessoas no mundo que veem Portugal jogar apenas por causa de Cristiano Ronaldo", salientou.
Em sentido inverso, o especialista antevê que a marca pessoal do jogador cresça ainda mais, beneficiando do impacto mediático do caso.