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Ponto da situação às 18h00
O Irão acusa Israel de quer cometer um genocídio em Gaza.
O ministro iraniano dos Negócios Estrangeiros responsabilizou o primeiro-ministro Benjamin Netanyahu de cortes no fornecimento de eletricidade e água, além de negação da entrada de alimentos e medicamentos.
O exército de Israel anunciou que, desde sábado, bombardeou Gaza com 4.000 toneladas de explosivos. Estará a disparar Gaza com salvas de artilharia a cada 30 segundos.
As brigadas afiliadas com a Jihad islâmica anunciaram por sua vez que vão começar a bombardear cidades israelitas, a par do Hamas. Toda a costa norte de israel da Faixa de Gaza até Televive está sob ameaça dos mísseis palestinianos.
O secretário de Estado dos EUA, Antony Blinken, reuniu-se com o executivo israelita em Telavive. Tem outras reuniões sexta-feira na Jordânia, com o presidente da Autoridade Palestiniana, Mahmoud Abbas, e no Qatar.
Israel reviu o número de feridos para quase 4.000. O conflito fez já mais de 2.500 mortos, dos quais 1.354 em Gaza.
A ONU alerta que a situação humanitária na Faixa de Gaza está à beira da catástrofe, também pelo fim das reservas de combustível. Estão a ser estudados corredores seguros para levar ao enclave ajuda humanitária urgente.
Israel prometeu manter os cortes de água e energia a Gaza, enquanto não forem libertados todos os reféns sequestrados pelo Hamas. O grupo palestiniano ameaçou executá-los devido aos bombardeamentos israelitas mas até agora não há indícios de que esteja a executar a ameaça.
Os EUA garantiram que não tiveram indícios dos planos de ataque do Hamas e que não impuseram condições a israel no uso do apoio militar fornecido.