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Presidente da República exprime pesar pelas vítimas
“O Presidente da República exprime o seu pesar, de forma especial, relativamente aos cidadãos portugueses falecidos ou desaparecidos em Israel nos últimos dias”, lê-se numa nota publicada na página da Presidência da República.
“O Presidente da República reafirma a condenação aos ataques contra civis e apela ao respeito pelas resoluções das Nações Unidas e ao estabelecimento da Paz”, acrescenta.
Na sequência da posição já expressa no sábado, Marcelo Rebelo de Sousa reafirmou ainda a condenação aos ataques contra civis e apelou ao respeito pelas resoluções das Nações Unidas e ao estabelecimento da paz.
No sábado, o chefe de Estado português condenou os "ataques lançados pelo Hamas contra civis" nesse próprio dia e enviou ao Presidente Isaac Herzog uma mensagem de condolências e solidariedade para com o povo israelita e as famílias das vítimas.
Relativamente ao número de cidadãos nacionais afetados, o ministro dos Negócios Estrangeiros confirmou hoje que há a "lamentar neste momento o falecimento de uma luso-israelita", manifestando as "profundas condolências" à família, e adiantou que há "mais quatro desaparecidos".
João Gomes Cravinho especificou que os desaparecidos "são todos luso-israelitas", o que significa que, do ponto de vista das autoridades israelitas, "são cidadãos israelitas e estão sob a proteção" dessas autoridades.
Questionado sobre se tem conhecimento de que os desaparecidos foram feitos reféns, o governante disse não querer especular, referindo que "a situação é extremamente delicada".
No sábado, o chefe de Estado português condenou os "ataques lançados pelo Hamas contra civis" nesse próprio dia e enviou ao Presidente Isaac Herzog uma mensagem de condolências e solidariedade para com o povo israelita e as famílias das vítimas.
Relativamente ao número de cidadãos nacionais afetados, o ministro dos Negócios Estrangeiros confirmou hoje que há a "lamentar neste momento o falecimento de uma luso-israelita", manifestando as "profundas condolências" à família, e adiantou que há "mais quatro desaparecidos".
João Gomes Cravinho especificou que os desaparecidos "são todos luso-israelitas", o que significa que, do ponto de vista das autoridades israelitas, "são cidadãos israelitas e estão sob a proteção" dessas autoridades.
Questionado sobre se tem conhecimento de que os desaparecidos foram feitos reféns, o governante disse não querer especular, referindo que "a situação é extremamente delicada".
com Lusa