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Proposta de Orçamento do Estado para 2027 aprovada na reunião do Governo
Está aprovada, em sede de Conselho de Ministros, a proposta de Orçamento do Estado para o próximo ano. A reunião do Executivo está a decorrer desde as 9h30 em São Bento.
O Governo anunciou na última noite que o documento seria entregue ao Parlamento pelo ministro das Finanças, Joaquim Miranda Sarmento, pelas 14h15 desta quinta-feira. A apresentação no Ministério das Finanças está prevista para as 16h00.
A Assembleia da República vai discutir a proposta do Governo de Orçamento do Estado para 2027, na generalidade, a 27 e 28 de outubro. A votação final global está marcada para 24 de novembro.O documento terá viabilização garantida pela esperada abstenção do PS, tal como propôs o secretário-geral do partido, José Luís Carneiro.
Na semana passada, depois das reuniões com os partidos para a apresentação das linhas gerais do Orçamento do Estado, Miranda Sarmento indicou que o documento prevê um excedente entre 0,1 e 0,2 por cento do Produto Interno Bruto para o próximo ano e um crescimento económico de dois por cento.
O ministro apelava então à responsabilidade, por parte das forças da oposição, advertindo que qualquer medidas sem contrapartidas poderiam "colocar o país em défice orçamental".
O Governo anunciou na última noite que o documento seria entregue ao Parlamento pelo ministro das Finanças, Joaquim Miranda Sarmento, pelas 14h15 desta quinta-feira. A apresentação no Ministério das Finanças está prevista para as 16h00.
A Assembleia da República vai discutir a proposta do Governo de Orçamento do Estado para 2027, na generalidade, a 27 e 28 de outubro. A votação final global está marcada para 24 de novembro.O documento terá viabilização garantida pela esperada abstenção do PS, tal como propôs o secretário-geral do partido, José Luís Carneiro.
Na semana passada, depois das reuniões com os partidos para a apresentação das linhas gerais do Orçamento do Estado, Miranda Sarmento indicou que o documento prevê um excedente entre 0,1 e 0,2 por cento do Produto Interno Bruto para o próximo ano e um crescimento económico de dois por cento.
O ministro apelava então à responsabilidade, por parte das forças da oposição, advertindo que qualquer medidas sem contrapartidas poderiam "colocar o país em défice orçamental".