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Proteção Civil avisa que risco de deslizamentos de terra "não vai passar com o alívio da precipitação"

Proteção Civil avisa que risco de deslizamentos de terra "não vai passar com o alívio da precipitação"

RTP /

Num ponto de situação ao final da tarde, o comandante nacional da Proteção Civil pediu às populações que vivem em zonas ribeirinhas junto ao rio Mondego que estejam preparadas para abandonar as habitações.

Mário Silvestre adiantou ainda que até ao momento foram registadas 16.623 ocorrências, sendo as mais comuns quedas de árvores e inundações.

Os movimentos de massa têm sido os principais responsáveis pelos desalojados e “estão a comprometer quer infraestruturas, quer a rede rodoviária e também a rede ferroviária”, frisou o responsável.

“Este risco não vai passar com o alívio da precipitação. Ele irá manter-se, porque existe uma saturação muito grande nos solos, por isso é um risco que se irá manter nos próximos dias”, alertou.

Segundo Mário Silvestre, para as zonas da Grande Lisboa e península de Setúbal preveem-se “cheias rápidas” e deslizamentos de terra.

O comandante nacional da ANEPC disse ainda que a E-Redes tem 33 mil clientes sem energia, 25 mil dos quais nas zonas afetadas pela depressão Kristin (19 mil em Leiria e cinco mil em Santarém).
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