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PS diz que Montenegro "não pode entregar a Ventura a definição das condições políticas dos seus ministros"
Isabel Moreira, do PS, diz que a capacidade política do Governo, e em particular de Luís Montenegro, “já está em causa”.
“O problema já não é apenas saber se o senhor ministro [Luís Neves] considera que mantém condições. É saber se o primeiro-ministro considera que o Governo pode continuar neste estado de desgaste e em permanente justificação”, disse a deputada socialista.
“Já está em causa a capacidade política do Governo e em particular do primeiro-ministro para assegurar a estabilidade, autoridade e normal funcionamento de uma tutela com responsabilidades críticas”, disse.
Sobre a moção de censura, Isabel Moreira diz que o Governo “não pode entregar a Ventura a definição das condições políticas dos seus ministros, mas também não pode usar o comportamento do Chega como resposta suficiente às questões que permanecem por esclarecer”.
“A existência de uma moção de censura não exonera o primeiro-ministro de uma avaliação própria”, observou, afirmando que “os termos do debate usados pelo Chega têm dimensão criminal e difamatória”.
“Os escrutínios sobre factos são legítimos, mas comparações como o Chega fez com criminosos, insinuações de tráfico é revelador sobre os métodos e objetivos do Chega”, disse.
“O problema já não é apenas saber se o senhor ministro [Luís Neves] considera que mantém condições. É saber se o primeiro-ministro considera que o Governo pode continuar neste estado de desgaste e em permanente justificação”, disse a deputada socialista.
“Já está em causa a capacidade política do Governo e em particular do primeiro-ministro para assegurar a estabilidade, autoridade e normal funcionamento de uma tutela com responsabilidades críticas”, disse.
Sobre a moção de censura, Isabel Moreira diz que o Governo “não pode entregar a Ventura a definição das condições políticas dos seus ministros, mas também não pode usar o comportamento do Chega como resposta suficiente às questões que permanecem por esclarecer”.
“A existência de uma moção de censura não exonera o primeiro-ministro de uma avaliação própria”, observou, afirmando que “os termos do debate usados pelo Chega têm dimensão criminal e difamatória”.
“Os escrutínios sobre factos são legítimos, mas comparações como o Chega fez com criminosos, insinuações de tráfico é revelador sobre os métodos e objetivos do Chega”, disse.