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PSP detetou situações de fraude relacionadas com refeições e transporte de peregrinos
Numa conferência de imprensa sobre segurança na JMJ, Artur Querido, do Serviço de Estrangeiros e Fronteiras, revelou que no dia 31 de Julho, segunda-feira, foram registadas mais de 150 mil entradas em Portugal.
“O primeiro grande desafio para as forças de segurança, Proteção Civil e equipas de urgência médica coloca-se hoje ao final da tarde com a missa no Parque Eduardo VII cuja afluência pode chegar aos 200 mil peregrinos”.
São esperados mais de 2000 autocarros em locais de estacionamento e os residentes em Lisboa “devem estar preparados” para sentir os primeiros grandes constrangimentos. “Por isso, as palavras que são dirigidas aos residentes e trabalhadores são: compreensão, paciência, união, civismo e hospitalidade. Estamos habituados a receber bem e assim vamos continuar”.
A PSP, que também participou nesta conferência, falou sobre algumas situações de fraude com as refeições para os peregrinos. “Fomos confrontados com duas situações criminais. Uma relacionada com especulação, em que peregrinos são contactados por motoristas supostamente contratados pela organização para os transportarem para os seus locais de acolhimento, exigindo depois quantias avultadas por esse serviço”.
“O primeiro grande desafio para as forças de segurança, Proteção Civil e equipas de urgência médica coloca-se hoje ao final da tarde com a missa no Parque Eduardo VII cuja afluência pode chegar aos 200 mil peregrinos”.
São esperados mais de 2000 autocarros em locais de estacionamento e os residentes em Lisboa “devem estar preparados” para sentir os primeiros grandes constrangimentos. “Por isso, as palavras que são dirigidas aos residentes e trabalhadores são: compreensão, paciência, união, civismo e hospitalidade. Estamos habituados a receber bem e assim vamos continuar”.
A PSP, que também participou nesta conferência, falou sobre algumas situações de fraude com as refeições para os peregrinos. “Fomos confrontados com duas situações criminais. Uma relacionada com especulação, em que peregrinos são contactados por motoristas supostamente contratados pela organização para os transportarem para os seus locais de acolhimento, exigindo depois quantias avultadas por esse serviço”.
“Outra situação que nos foi reportada é a utilização fraudulenta dos QR codes das credenciais dos peregrinos que têm o serviço de alimentação. Situação usada de forma abusiva e quando o peregrino vai utilizar a refeição, já outra pessoa o fez”.