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Tentativa de ataque em Paris: ministro do Interior associa a guerra no Médio Oriente
O ministro francês do Interior, Laurent Nuñez, considerou que há ligação entre o ataque frustrado contra o Bank of America em Paris e a guerra no Médio Oriente, apontando semelhanças entre este ataque e operações realizadas nos últimos dias noutros países europeus e reivindicadas por um pequeno grupo.
Em entrevista à BFMTV, o ministro do Interior explicou que "este caso faz lembrar ações semelhantes que ocorreram noutros países europeus", como a Holanda.
"Estou a estabelecer uma ligação com as ações realizadas nos países vizinhos (...) que foram bem-sucedidas" e foram seguidas de "reivindicações de responsabilidade por um pequeno grupo que fez referência ao conflito", disse.
Um pequeno grupo, "Harakat Ashab al-Yamin al-Islamiya" (Hayi), reivindicou nos últimos dias a responsabilidade por vários ataques contra a comunidade judaica na Bélgica, no Reino Unido e na Holanda. Em cada ataque, vídeos destas ações foram disseminados nos canais do Telegram considerados pelos serviços de informação como afiliados à Guarda Revolucionária Islâmica do Irão.
O ministro francês observou que, no caso do ataque frustrado em Paris, um dos homens envolvidos, que ainda está em fuga, estava a filmar o ataque quando o cúmplice foi detido.
"Há vários serviços de informação iranianos que provavelmente realizam operações como esta utilizando agentes. É esse o caso aqui? Não faço a mínima ideia", disse, mas acrescentou: "Posso afirmar que há uma forte semelhança entre esta operação e o que aconteceu noutros países europeus".
"Não estou a apontar o dedo a ninguém que tenha ordenado isto (...) mas ainda há suspeitas", concluiu.
Em entrevista à BFMTV, o ministro do Interior explicou que "este caso faz lembrar ações semelhantes que ocorreram noutros países europeus", como a Holanda.
"Estou a estabelecer uma ligação com as ações realizadas nos países vizinhos (...) que foram bem-sucedidas" e foram seguidas de "reivindicações de responsabilidade por um pequeno grupo que fez referência ao conflito", disse.
Um pequeno grupo, "Harakat Ashab al-Yamin al-Islamiya" (Hayi), reivindicou nos últimos dias a responsabilidade por vários ataques contra a comunidade judaica na Bélgica, no Reino Unido e na Holanda. Em cada ataque, vídeos destas ações foram disseminados nos canais do Telegram considerados pelos serviços de informação como afiliados à Guarda Revolucionária Islâmica do Irão.
O ministro francês observou que, no caso do ataque frustrado em Paris, um dos homens envolvidos, que ainda está em fuga, estava a filmar o ataque quando o cúmplice foi detido.
"Há vários serviços de informação iranianos que provavelmente realizam operações como esta utilizando agentes. É esse o caso aqui? Não faço a mínima ideia", disse, mas acrescentou: "Posso afirmar que há uma forte semelhança entre esta operação e o que aconteceu noutros países europeus".
"Não estou a apontar o dedo a ninguém que tenha ordenado isto (...) mas ainda há suspeitas", concluiu.