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Unidade de secagem e armazenamento de milho da Cooperativa de Coimbra inundada e sem acesso
"Temos um metro de água na zona do armazém, mas nos silos, que ficam um metro mais acima, é provável que a água não tenha entrado", disse à agência Lusa o presidente da cooperativa, Pedro Pimenta.
Aquela unidade serve para recolher, secar e armazenar o milho dos agricultores da região do vale do Mondego, na ordem das 14 mil toneladas por ano.
Trata-se de um complexo com cerca de três mil metros de área coberta, com escritórios, armazém agrícola, silos de armazenagem de milho e três secadores.
Segundo o presidente da Cooperativa Agrícola de Coimbra, o armazém estava completamente vazio, embora com muitas ferramentas e maquinaria no seu interior.
Os silos teriam armazenados entre 1.500 a 2.000 toneladas de milho.
"Ainda não conseguimos avaliar os estragos e os prejuízos, porque ainda não conseguimos aceder ao local", frisou Pedro Pimenta.
No entanto, o maior prejuízo, segundo o dirigente, é a destruição do canal de rega, essencial para os agricultores poderem prosseguir a sua atividade.
"É fundamental e imperioso que a Agência Portuguesa do Ambiente arregace as mangas para recuperar o canal, para não acontecer como nas cheias de 2019, quando um canal demorou seis meses a ser reparado", sublinhou.
Aquela unidade serve para recolher, secar e armazenar o milho dos agricultores da região do vale do Mondego, na ordem das 14 mil toneladas por ano.
Trata-se de um complexo com cerca de três mil metros de área coberta, com escritórios, armazém agrícola, silos de armazenagem de milho e três secadores.
Segundo o presidente da Cooperativa Agrícola de Coimbra, o armazém estava completamente vazio, embora com muitas ferramentas e maquinaria no seu interior.
Os silos teriam armazenados entre 1.500 a 2.000 toneladas de milho.
"Ainda não conseguimos avaliar os estragos e os prejuízos, porque ainda não conseguimos aceder ao local", frisou Pedro Pimenta.
No entanto, o maior prejuízo, segundo o dirigente, é a destruição do canal de rega, essencial para os agricultores poderem prosseguir a sua atividade.
"É fundamental e imperioso que a Agência Portuguesa do Ambiente arregace as mangas para recuperar o canal, para não acontecer como nas cheias de 2019, quando um canal demorou seis meses a ser reparado", sublinhou.