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Zona baixa da cidade de Alcácer do Sal a libertar água depois de noite mais calma
A presidente da Câmara de Alcácer do Sal, Clarisse Campos, afirmou que "a noite foi tranquila", com a Avenida dos Aviadores, a mais afetada da cidade, "a libertar a água" que `invadiu` na quinta-feira aquela artéria.
"A noite foi mais tranquila do que a anterior. Temíamos que a chuva fosse mais intensa, mas durante a noite não choveu", permitindo que a água se mantivesse "dentro dos mesmos níveis", disse Clarisse Campos, em declarações à agência Lusa.
Esta situação permitiu a libertação da água que se acumulou, nos últimos dias, na Avenida dos Aviadores, adiantou.
"Só temos uma parte da avenida ainda inundada", esclareceu a autarca, acrescentando que os cerca de 20 comerciantes afetados pela subida das águas do Rio Sado não poderão ainda aceder aos seus estabelecimentos.
Quanto às pessoas que residem na zona inundada e que permanecem em casa, Clarisse Campos explicou que estão em contacto com as equipas de apoio para identificarem os "bens de primeira necessidade, como o pão, leite, `powerbanks` [carregadores portáteis]" para os telemóveis que precisam e que são entregues por barco.
Ainda de acordo com a presidente da câmara, o Bairro do Forno da Cal, onde vivem cerca de 90 pessoas, uma das zonas isoladas do concelho, é, neste momento, a situação que merece maior preocupação.
"As populações desse bairro não conseguem mesmo sair (...) estão isoladas e dependem da ajuda de familiares, da câmara municipal e dos bombeiros para o dia a dia", afirmou.
"A noite foi mais tranquila do que a anterior. Temíamos que a chuva fosse mais intensa, mas durante a noite não choveu", permitindo que a água se mantivesse "dentro dos mesmos níveis", disse Clarisse Campos, em declarações à agência Lusa.
Esta situação permitiu a libertação da água que se acumulou, nos últimos dias, na Avenida dos Aviadores, adiantou.
"Só temos uma parte da avenida ainda inundada", esclareceu a autarca, acrescentando que os cerca de 20 comerciantes afetados pela subida das águas do Rio Sado não poderão ainda aceder aos seus estabelecimentos.
Quanto às pessoas que residem na zona inundada e que permanecem em casa, Clarisse Campos explicou que estão em contacto com as equipas de apoio para identificarem os "bens de primeira necessidade, como o pão, leite, `powerbanks` [carregadores portáteis]" para os telemóveis que precisam e que são entregues por barco.
Ainda de acordo com a presidente da câmara, o Bairro do Forno da Cal, onde vivem cerca de 90 pessoas, uma das zonas isoladas do concelho, é, neste momento, a situação que merece maior preocupação.
"As populações desse bairro não conseguem mesmo sair (...) estão isoladas e dependem da ajuda de familiares, da câmara municipal e dos bombeiros para o dia a dia", afirmou.