Mundo
Guerra na Ucrânia
Plano de paz para Ucrânia. Participam 25 líderes em reunião organizada por Londres
Os líderes de 25 países participam, este sábado, numa conferência virtual organizada pelo Reino Unido para discutir o plano de paz na Ucrânia. Luís Montenegro é um dos participantes nesta reunião convocada por Londres.
A maioria dos países são europeus, mas o encontro inclui o Canadá, a Austrália a Nova Zelândia e, naturalmente, a Ucrânia. A União Europeia e a NATO também deverão estar representadas neste encontro que visa "aprofundar a forma como os países pretendem contribuir" para a coligação de países dispostos a participar numa força de manutenção de paz caso seja alcançado um cessar-fogo.
A reunião também vai atualizar os presentes com informação e progressos alcançados na reunião dos chefes de Estado-Maior realizada em Paris, na terça-feira, e sobre a mobilização de mais ajuda militar à Ucrânia. A conferência acontece após várias semanas de diplomacia intensa por parte dos países europeus para mostrar aos Estados Unidos a disponibilidade para participar num processo de paz, mas também dos EUA, que têm mantido contactos com Kiev e Moscovo para chegar a um entendimento.
O primeiro-ministro britânico tem-se destacado na coordenação de várias iniciativas, nomeadamente na preparação de um "plano de paz" em conjunto com França, Ucrânia e outros países.
No comunicado é ainda citado que Keir Starmer vai urgir os países a aumentar a pressão económica sobre a Rússia para forçar o Kremlin a negociar, a curto prazo, e estarem preparados para apoiar a paz na Ucrânia a longo prazo.
“Se a Rússia se sentar finalmente à mesa das negociações, temos de estar prontos para monitorizar o cessar-fogo para garantir que é uma paz séria e duradoura", afirmou o chefe do Governo britânico, que acredita que Vladimir Putin "está a tentar adiar, dizendo que tem de haver um estudo minucioso antes de poder haver um cessar-fogo, mas o mundo precisa de ver ação, não um estudo ou palavras vazias e condições inúteis".
C/agências
A reunião também vai atualizar os presentes com informação e progressos alcançados na reunião dos chefes de Estado-Maior realizada em Paris, na terça-feira, e sobre a mobilização de mais ajuda militar à Ucrânia. A conferência acontece após várias semanas de diplomacia intensa por parte dos países europeus para mostrar aos Estados Unidos a disponibilidade para participar num processo de paz, mas também dos EUA, que têm mantido contactos com Kiev e Moscovo para chegar a um entendimento.
O primeiro-ministro britânico tem-se destacado na coordenação de várias iniciativas, nomeadamente na preparação de um "plano de paz" em conjunto com França, Ucrânia e outros países.
No comunicado é ainda citado que Keir Starmer vai urgir os países a aumentar a pressão económica sobre a Rússia para forçar o Kremlin a negociar, a curto prazo, e estarem preparados para apoiar a paz na Ucrânia a longo prazo.
“Se a Rússia se sentar finalmente à mesa das negociações, temos de estar prontos para monitorizar o cessar-fogo para garantir que é uma paz séria e duradoura", afirmou o chefe do Governo britânico, que acredita que Vladimir Putin "está a tentar adiar, dizendo que tem de haver um estudo minucioso antes de poder haver um cessar-fogo, mas o mundo precisa de ver ação, não um estudo ou palavras vazias e condições inúteis".
C/agências