Mundo
Guerra na Ucrânia
Ucrânia "determinada a continuar cooperação" com Washington
"A Ucrânia está absolutamente determinada a prosseguir a sua cooperação com os Estados Unidos", declarou o primeiro-ministro Denys Shmygal, esta terça-feira, depois de a Casa Branca ter anunciado a suspensão da ajuda militar norte-americana, crucial para Kiev e para o seu exército face à Rússia.
“Os Estados Unidos são um parceiro importante e temos de o preservar”, afirmou Denys Shmygal numa conferência de imprensa em Kiev.
“O anúncio feito por Washington mergulha Kiev e os seus aliados europeus no desconhecido”, acrescentou. “Faremos tudo para nos mantermos firmes”.
Segundo o primeiro-ministro ucraniano, “precisamos e exigimos garantias de segurança concretas dos Estados Unidos, da Europa e dos países do G7. Isto é de importância existencial não só para a Ucrânia, mas também para a União Europeia”
A Ucrânia “está determinada a prosseguir a sua cooperação” com Washington e pronta para “renegociar o reinício do apoio norte-americano”.
Na conferência de imprensa, Denys Shmygal garantiu ainda que “a ajuda militar dos EUA é fundamental para salvar milhares de vidas” e que “Kiev fará tudo para manter a cooperação com os Estados Unidos”.
Segundo o governante, a Ucrânia está pronta para assinar um acordo com os EUA sobre os minerais.
Denys Shmygal explicou que “as Forças Armadas ucranianas dispõem de instrumentos para manter as linhas da frente”, durante a suspensão da ajuda norte-americana.
O primeiro-ministro da Ucrânia revelou também “que as receitas orçamentais em janeiro-fevereiro estavam em linha com as expectativas, permitindo financiar as necessidades do exército”.
Além disso, o primeiro-ministro garantiu que Kiev está a “trabalhar para atrair financiamento para a produção nacional de armas, que cobre atualmente 30 por cento das necessidades atuais”.
Por seu turno, um conselheiro do Presidente Zelensky, afirmou que a Ucrânia está a "discutir" com os europeus a possibilidade de substituir a ajuda militar norte-americana e ao mesmo tempo está aberta a "negociações" com Washington.
"Estamos a discutir opções com os nossos parceiros europeus", disse o conselheiro presidencial ucraniano Mykhailo Podoliak na rede social X. "E, claro, não descartamos a possibilidade de negociações com os nossos homólogos norte-americanos", acrescentou.
“O anúncio feito por Washington mergulha Kiev e os seus aliados europeus no desconhecido”, acrescentou. “Faremos tudo para nos mantermos firmes”.
Segundo o primeiro-ministro ucraniano, “precisamos e exigimos garantias de segurança concretas dos Estados Unidos, da Europa e dos países do G7. Isto é de importância existencial não só para a Ucrânia, mas também para a União Europeia”
A Ucrânia “está determinada a prosseguir a sua cooperação” com Washington e pronta para “renegociar o reinício do apoio norte-americano”.
Na conferência de imprensa, Denys Shmygal garantiu ainda que “a ajuda militar dos EUA é fundamental para salvar milhares de vidas” e que “Kiev fará tudo para manter a cooperação com os Estados Unidos”.
Segundo o governante, a Ucrânia está pronta para assinar um acordo com os EUA sobre os minerais.
"Estamos prontos para começar a trabalhar na assinatura deste acordo a qualquer momento", disse Denys Shmygal, especificando que Kiev aguardava o feedback americano sobre o assunto através dos canais diplomáticos.
O primeiro-ministro da Ucrânia revelou também “que as receitas orçamentais em janeiro-fevereiro estavam em linha com as expectativas, permitindo financiar as necessidades do exército”.
Além disso, o primeiro-ministro garantiu que Kiev está a “trabalhar para atrair financiamento para a produção nacional de armas, que cobre atualmente 30 por cento das necessidades atuais”.
Por seu turno, um conselheiro do Presidente Zelensky, afirmou que a Ucrânia está a "discutir" com os europeus a possibilidade de substituir a ajuda militar norte-americana e ao mesmo tempo está aberta a "negociações" com Washington.
"Estamos a discutir opções com os nossos parceiros europeus", disse o conselheiro presidencial ucraniano Mykhailo Podoliak na rede social X. "E, claro, não descartamos a possibilidade de negociações com os nossos homólogos norte-americanos", acrescentou.