Mundo
Guerra na Ucrânia
"Uma vergonha". Trump acusa Zelensky de elevar preço do petróleo com ataques a refinarias russas
Donald Trump afirma que o retomar dos ataques da Ucrânia contra refinarias russas é uma "vergonha", elevando novamente o tom contra o presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky.
"Tudo o que ele faz é elevar o preço mundial do petróleo. Bem, acho que isso é uma vergonha", disse Trump em entrevista à Newsmax, depois de a Ucrânia ter atingido uma refinaria da Rosneft a sudeste de Moscovo, que ajuda a abastecer a capital russa.A Ucrânia atacou uma refinaria de petróleo russa
depois de o presidente Volodymyr Zelensky ter declarado que Kiev estava a
abandonar um cessar-fogo — anunciado anteriormente por Trump — que
abrangia as instalações energéticas e criticou a disponibilidade do
presidente norte-americano para fechar acordos com Moscovo.
Donald Trump — que atribui à Ucrânia a responsabilidade pela escalada dos preços dos combustíveis (um fator que impacta as eleições intercalares nos EUA, marcadas para 3 de novembro) — criticou duramente os ataques ucranianos contra refinarias.
"Há muitos alvos que podem ser atingidos, mas quando se ataca refinarias onde se produz gasóleo — algo de que nós e o mundo precisamos —, então não está a prestar um bom serviço ao mundo" Na entrevista exclusiva ao programa Finnerty, dada a partir da Casa Branca, Trump reiterou a sua convicção de que Zelensky e o presidente russo, Vladimir Putin, se odeiam, o que torna difícil pôr fim ao conflito.
"Como sabem, Putin odeia Zelensky, e Zelensky odeia Putin. E, quando existe este tipo de ódio, é muito difícil chegar a um acordo", frisou.“Penso que, na verdade, ambos gostariam que isto acabasse, mas considero Zelensky mais difícil de lidar do que Putin."
Para Donald Trump, "Zelensky não é, para nós, a pessoa certa para chegar a um acordo. Diz que quer chegar a um acordo, mas não quer. Não gosto muito dele".
Questionado sobre se a guerra chegaria ao fim antes de deixar a Casa Branca, Trump manifestou otimismo quanto a um acordo, mas colocou em dúvida a disponibilidade de Zelensky para negociar.
"Deve terminar em breve. Penso que, na verdade, ambos gostariam que chegasse ao fim", afirmou.
Trump colocou ainda a possibilidade de novas eleições na Ucrânia, questionando se Zelensky ainda contava com o apoio da população no meio da guerra em curso.
"Acho que são necessárias eleições, porque ninguém me diz que o povo ucraniano está satisfeito por ter mísseis a atingir os seus edifícios residenciais", declarou Trump.
Donald Trump — que atribui à Ucrânia a responsabilidade pela escalada dos preços dos combustíveis (um fator que impacta as eleições intercalares nos EUA, marcadas para 3 de novembro) — criticou duramente os ataques ucranianos contra refinarias.
"Há muitos alvos que podem ser atingidos, mas quando se ataca refinarias onde se produz gasóleo — algo de que nós e o mundo precisamos —, então não está a prestar um bom serviço ao mundo" Na entrevista exclusiva ao programa Finnerty, dada a partir da Casa Branca, Trump reiterou a sua convicção de que Zelensky e o presidente russo, Vladimir Putin, se odeiam, o que torna difícil pôr fim ao conflito.
"Como sabem, Putin odeia Zelensky, e Zelensky odeia Putin. E, quando existe este tipo de ódio, é muito difícil chegar a um acordo", frisou.“Penso que, na verdade, ambos gostariam que isto acabasse, mas considero Zelensky mais difícil de lidar do que Putin."
Para Donald Trump, "Zelensky não é, para nós, a pessoa certa para chegar a um acordo. Diz que quer chegar a um acordo, mas não quer. Não gosto muito dele".
Questionado sobre se a guerra chegaria ao fim antes de deixar a Casa Branca, Trump manifestou otimismo quanto a um acordo, mas colocou em dúvida a disponibilidade de Zelensky para negociar.
"Deve terminar em breve. Penso que, na verdade, ambos gostariam que chegasse ao fim", afirmou.
Trump colocou ainda a possibilidade de novas eleições na Ucrânia, questionando se Zelensky ainda contava com o apoio da população no meio da guerra em curso.
"Acho que são necessárias eleições, porque ninguém me diz que o povo ucraniano está satisfeito por ter mísseis a atingir os seus edifícios residenciais", declarou Trump.
A Ucrânia mantém-se sob lei marcial desde que a Rússia lançou a sua invasão em larga escala, em fevereiro de 2022 — o que, de acordo com a legislação ucraniana, impede a realização de eleições nacionais.
Drones russos deixam 370 mil sem energia
Ataques de drones russos na região de Volyn, na Ucrânia — que faz fronteira com a Polónia —, deixaram 370 mil pessoas sem energia, atingiram uma empresa com investimento estrangeiro e deixaram duas pessoas feridas, informou o governador regional, Roman Romaniuk, através do Telegram.
Outras cinco pessoas ficaram feridas quando drones atingiram um edifício residencial em Uman, no centro da Ucrânia, informou a polícia nacional através do Telegram.
Cortes de energia de emergência foram implementados na capital ucraniana, Kiev, durante os ataques russos, comunicou a empresa privada de energia DTEK na rede social X.
A Polónia, país membro da União Europeia e da NATO, acionou caças para proteger o seu espaço aéreo durante os ataques russos à Ucrânia, informaram as forças armadas polacas no X, acrescentando mais tarde que não foi registada qualquer violação do espaço aéreo.
Ataques de drones russos na região de Volyn, na Ucrânia — que faz fronteira com a Polónia —, deixaram 370 mil pessoas sem energia, atingiram uma empresa com investimento estrangeiro e deixaram duas pessoas feridas, informou o governador regional, Roman Romaniuk, através do Telegram.
Outras cinco pessoas ficaram feridas quando drones atingiram um edifício residencial em Uman, no centro da Ucrânia, informou a polícia nacional através do Telegram.
Cortes de energia de emergência foram implementados na capital ucraniana, Kiev, durante os ataques russos, comunicou a empresa privada de energia DTEK na rede social X.
A Polónia, país membro da União Europeia e da NATO, acionou caças para proteger o seu espaço aéreo durante os ataques russos à Ucrânia, informaram as forças armadas polacas no X, acrescentando mais tarde que não foi registada qualquer violação do espaço aéreo.
c/ agências