Mundo
Guerra no Médio Oriente
Houthis reivindicam ataque contra instalações petrolíferas na Arábia Saudita
As forças armadas sauditas intercetaram e destruíram vários drones que tinham como alvo instalações petrolíferas na Província Oriental do reino e em Riade, anunciou esta segunda-feira o Ministério da Defesa da Arábia Saudita.
Segundo o Ministério, os drones foram lançados “a partir de território iraquiano por milícias terroristas apoiadas pelo Irão”.
Mais tarde, os rebeldes houthis do Iémen, apoiados pelo Irão, reivindicaram ataques com drones contra a infraestrutura de transporte de petróleo da Arábia Saudita.
O Ministério dos Negócios Estrangeiros da Arábia Saudita condenou o ataque, reafirmando o seu direito de responder às agressões e de deter os responsáveis.
Apelou ainda ao Governo iraquiano para que tome todas as medidas necessárias para impedir que o território seja utilizado como plataforma de lançamento de ataques contra a Arábia Saudita.
O reino "reafirma a necessidade de o Governo iraquiano tomar todas as medidas necessárias para impedir que o seu território seja utilizado como ponto de partida para agressões", lê-se num comunicado das autoridades sauditas divulgado por um canal de televisão estatal. A Arábia Saudita e os houthis mantinham uma trégua desde abril de 2022, mas esta foi rompida a 13 de julho, quando os rebeldes dispararam mísseis e drones contra um aeroporto saudita.
Nos últimos dias, os houthis têm atacado navios que circulam no Mar Vermelho, ampliando o conflito no Médio Oriente, que já opunha o Irão aos Estados Unidos e aos seus aliados do Golfo. O grupo pró-iraniano controla atualmente o noroeste do Iémen, incluindo a capital, Sana.
Na semana passada, o grupo anunciou um bloqueio marítimo à Arábia Saudita, ameaçando a capacidade do maior exportador mundial de petróleo de contornar o Estreito de Ormuz, bloqueado pelo Irão.
c/agências
Mais tarde, os rebeldes houthis do Iémen, apoiados pelo Irão, reivindicaram ataques com drones contra a infraestrutura de transporte de petróleo da Arábia Saudita.
O porta-voz militar do grupo, Yahya Saree, disse que a ação foi uma resposta ao que descreveu como “incursões de drones sauditas” no espaço aéreo iemenita.
"Diversos alvos e locais envolvidos na entrega e transporte de petróleo do leste da Arábia Saudita para Yanbu", a cidade portuária onde o oleoduto Leste-Oeste da monarquia do Golfo termina no Mar Vermelho, "foram atingidos por vários drones", declarou Saree.
O Ministério dos Negócios Estrangeiros da Arábia Saudita condenou o ataque, reafirmando o seu direito de responder às agressões e de deter os responsáveis.
Apelou ainda ao Governo iraquiano para que tome todas as medidas necessárias para impedir que o território seja utilizado como plataforma de lançamento de ataques contra a Arábia Saudita.
O reino "reafirma a necessidade de o Governo iraquiano tomar todas as medidas necessárias para impedir que o seu território seja utilizado como ponto de partida para agressões", lê-se num comunicado das autoridades sauditas divulgado por um canal de televisão estatal. A Arábia Saudita e os houthis mantinham uma trégua desde abril de 2022, mas esta foi rompida a 13 de julho, quando os rebeldes dispararam mísseis e drones contra um aeroporto saudita.
Nos últimos dias, os houthis têm atacado navios que circulam no Mar Vermelho, ampliando o conflito no Médio Oriente, que já opunha o Irão aos Estados Unidos e aos seus aliados do Golfo. O grupo pró-iraniano controla atualmente o noroeste do Iémen, incluindo a capital, Sana.
Na semana passada, o grupo anunciou um bloqueio marítimo à Arábia Saudita, ameaçando a capacidade do maior exportador mundial de petróleo de contornar o Estreito de Ormuz, bloqueado pelo Irão.
c/agências