Mundo
Guerra no Médio Oriente
Suspeita de fuga de informação. FBI investiga ex-diretor do Centro de Contraterrorismo dos EUA
Dias depois de se ter demitido, alegando não concordar com a guerra contra o Irão, o ex-diretor do Centro Nacional de Contraterrorismo dos Estados Unidos está a ser investigado por suspeitas de fuga de informação confidencial.
De acordo com o FBI, a investigação já estava em curso antes da demissão da Direção do Centro Nacional de Contraterrorismo. Em causa estará, segundo a imprensa norte-americana, a suspeita de que Joe Kent divulgou informações confidenciais antes de se demitir.
Pessoas próximas a Donald Trump denunciaram o ex-diretor do Antiterrorismo após este ter apresentado a demissão. A saída de Kent suscitou fortes críticas por parte da Administração Trump, que o classificou de desleal e pouco fiável, no que os analistas consideraram uma tentativa de o desacreditar após a rutura pública com o Governo.Quando se demitiu, Joe Kent declarou que não considerava o Irão “uma ameaça iminente” para os EUA e justificou a saída com a decisão de Washington atacar o país devido a pressões de Israel.
A investigação agora revelada, embora não confirmada pelo FBI, reacende o debate sobre o uso de investigações federais em contextos políticos.
No mesmo dia em que foi conhecida a investigação em curso, Kent afirmou numa entrevista que “muitos dos principais tomadores de decisão mão tiveram permissão par expressar a sua opinião” antes do ataque ao Irão.
“Não houve um debate”, declarou no podcast The Tucker Carlson Show.
O ex-diretor do Centro de Contraterrorismo insistiu que não havia provas de que o Irão estivesse perto conseguir produzir uma arma nuclear ou representasse uma ameaça iminente aos EUA.
"Não havia nenhuma informação de inteligência que dissesse: 'Ei, em qualquer dia, 1.º de março, os iranianos vão lançar um grande ataque surpresa – vão fazer algo como o 11 de setembro, Pearl Harbor, etc., vão atacar uma das nossas bases.' Não havia nada disso”.
Kent, que tem sido uma voz crítica da guerra, reiterou em recentes declarações públicas apoio às políticas anteriores da Administração Trump, mas manteve as críticas em relação à atual estratégia face ao Irão.
Antigo candidato político com ligações a extremistas de direita, Joe Kent foi confirmado no cargo de que se demitiu em julho passado, por 52 votos a favor e 44 contra. Como diretor do Centro Nacional de Contraterrorismo, era responsável por uma agência encarregada de analisar e detetar ameaças terroristas.
Pessoas próximas a Donald Trump denunciaram o ex-diretor do Antiterrorismo após este ter apresentado a demissão. A saída de Kent suscitou fortes críticas por parte da Administração Trump, que o classificou de desleal e pouco fiável, no que os analistas consideraram uma tentativa de o desacreditar após a rutura pública com o Governo.Quando se demitiu, Joe Kent declarou que não considerava o Irão “uma ameaça iminente” para os EUA e justificou a saída com a decisão de Washington atacar o país devido a pressões de Israel.
A investigação agora revelada, embora não confirmada pelo FBI, reacende o debate sobre o uso de investigações federais em contextos políticos.
No mesmo dia em que foi conhecida a investigação em curso, Kent afirmou numa entrevista que “muitos dos principais tomadores de decisão mão tiveram permissão par expressar a sua opinião” antes do ataque ao Irão.
“Não houve um debate”, declarou no podcast The Tucker Carlson Show.
O ex-diretor do Centro de Contraterrorismo insistiu que não havia provas de que o Irão estivesse perto conseguir produzir uma arma nuclear ou representasse uma ameaça iminente aos EUA.
"Não havia nenhuma informação de inteligência que dissesse: 'Ei, em qualquer dia, 1.º de março, os iranianos vão lançar um grande ataque surpresa – vão fazer algo como o 11 de setembro, Pearl Harbor, etc., vão atacar uma das nossas bases.' Não havia nada disso”.
Kent, que tem sido uma voz crítica da guerra, reiterou em recentes declarações públicas apoio às políticas anteriores da Administração Trump, mas manteve as críticas em relação à atual estratégia face ao Irão.
Antigo candidato político com ligações a extremistas de direita, Joe Kent foi confirmado no cargo de que se demitiu em julho passado, por 52 votos a favor e 44 contra. Como diretor do Centro Nacional de Contraterrorismo, era responsável por uma agência encarregada de analisar e detetar ameaças terroristas.