Mundo
Guerra no Médio Oriente
Teerão "estará pronto em breve" para acordo nuclear que trave conflito
O Presidente Donald Trump afirmou esta quarta-feira que o Irão está a ser "duramente atingido" pelas forças norte-americanas e "estará pronto muito em breve" para finalizar um acordo nuclear que trave o conflito em curso.
"Estão a ser duramente atingidos e querem fazer um acordo. Mas eu digo que não estão prontos para fazer um acordo porque cada vez que fazem um, querem mudá-lo e tudo mais. Não estão prontos. Estarão prontos muito em breve", disse Trump num comício na Geórgia.
Trump chegou ao estado do sul depois de participar numa cerimónia na Base Aérea de Dover, no Delaware, para receber com honras os corpos dos quatro militares norte-americanos mortos na semana passada em ataques iranianos na Jordânia e no Iraque, as primeiras baixas desde o rompimento do cessar-fogo.
Antes da cerimónia, Trump disse aos jornalistas que a República Islâmica pagaria "caro" pelas mortes de militares norte-americanos, que são agora 18 desde que os Estados Unidos e Israel lançaram a sua ofensiva contra o Irão, a 28 de fevereiro.
No mês passado, Washington e Teerão assinaram um memorando de entendimento para estabelecer um cessar-fogo, desbloquear o estreito de Ormuz e permitir tempo para negociações sobre o programa nuclear iraniano, mas a trégua falhou e os dois países têm trocado ataques nas últimas duas semanas.
Trump continua a minimizar a gravidade da situação, comparando a guerra com o Irão às guerras do Vietname e do Iraque, que se arrastaram por duas décadas e resultaram em milhares de baixas americanas.
Também hoje, Trump ameaçou destruir infraestruturas civis iranianas sempre que Teerão atacar navios no estreito de Ormuz, numa altura em que prosseguem os confrontos entre os dois países.
"A partir de agora, sempre que a República Islâmica do Irão disparar contra um navio no estreito de Ormuz, seja com um míssil, um 'rocket', um drone ou qualquer outro dispositivo ou arma, os Estados Unidos bombardearão e destruirão uma ponte ou uma central elétrica", escreveu Trump na rede social Truth Social.
A ameaça surge após a 11.ª noite consecutiva de ataques aéreos norte-americanos contra o Irão, que, segundo o Pentágono (Departamento de Defesa), visaram hangares de aeronaves e depósitos de drones.
Em resposta, o Irão lançou mísseis contra a cidade de Aqaba, na Jordânia, junto à fronteira com Israel.
A Guarda Revolucionária iraniana garantiu que continuará os ataques de retaliação, enquanto o Governo de Teerão mantém a disputa em torno do estreito de Ormuz, por onde, em tempos de paz, transita cerca de um quinto do petróleo e do gás comercializados a nível mundial.
Entretanto, o porta-voz do Ministério iraniano do Interior, Ali Zeinivand, afirmou que "a diplomacia não foi suspensa" e que continuam a ser trocadas mensagens entre as partes, apesar da escalada militar.
Trump chegou ao estado do sul depois de participar numa cerimónia na Base Aérea de Dover, no Delaware, para receber com honras os corpos dos quatro militares norte-americanos mortos na semana passada em ataques iranianos na Jordânia e no Iraque, as primeiras baixas desde o rompimento do cessar-fogo.
Antes da cerimónia, Trump disse aos jornalistas que a República Islâmica pagaria "caro" pelas mortes de militares norte-americanos, que são agora 18 desde que os Estados Unidos e Israel lançaram a sua ofensiva contra o Irão, a 28 de fevereiro.
No mês passado, Washington e Teerão assinaram um memorando de entendimento para estabelecer um cessar-fogo, desbloquear o estreito de Ormuz e permitir tempo para negociações sobre o programa nuclear iraniano, mas a trégua falhou e os dois países têm trocado ataques nas últimas duas semanas.
Trump continua a minimizar a gravidade da situação, comparando a guerra com o Irão às guerras do Vietname e do Iraque, que se arrastaram por duas décadas e resultaram em milhares de baixas americanas.
Também hoje, Trump ameaçou destruir infraestruturas civis iranianas sempre que Teerão atacar navios no estreito de Ormuz, numa altura em que prosseguem os confrontos entre os dois países.
"A partir de agora, sempre que a República Islâmica do Irão disparar contra um navio no estreito de Ormuz, seja com um míssil, um 'rocket', um drone ou qualquer outro dispositivo ou arma, os Estados Unidos bombardearão e destruirão uma ponte ou uma central elétrica", escreveu Trump na rede social Truth Social.
A ameaça surge após a 11.ª noite consecutiva de ataques aéreos norte-americanos contra o Irão, que, segundo o Pentágono (Departamento de Defesa), visaram hangares de aeronaves e depósitos de drones.
Em resposta, o Irão lançou mísseis contra a cidade de Aqaba, na Jordânia, junto à fronteira com Israel.
A Guarda Revolucionária iraniana garantiu que continuará os ataques de retaliação, enquanto o Governo de Teerão mantém a disputa em torno do estreito de Ormuz, por onde, em tempos de paz, transita cerca de um quinto do petróleo e do gás comercializados a nível mundial.
Entretanto, o porta-voz do Ministério iraniano do Interior, Ali Zeinivand, afirmou que "a diplomacia não foi suspensa" e que continuam a ser trocadas mensagens entre as partes, apesar da escalada militar.