Mundo
Guerra no Médio Oriente
Teerão nega cobrar portagens em Ormuz apenas "serviços de navegação"
O Irão esclareceu hoje que cobra taxas por "serviços de navegação", e não portagens, aos navios que transitam pelo estreito de Ormuz, numa altura em que negoceia o fim da guerra com os Estados Unidos.
"Os serviços prestados, designadamente os serviços de navegação, bem como as medidas necessárias para a proteção do ambiente do estreito de Ormuz, do golfo Pérsico e do mar de Omã, exigem a cobrança de determinadas taxas", declarou o porta-voz da diplomacia iraniana.
O Irão "não procura cobrar portagens", disse Esmail Baghai, citado pela agência de notícias France-Presse (AFP).
O Irão mantém um bloqueio ao estreito de Ormuz desde 28 de fevereiro, quando foi atacado pelos Estados Unidos e por Israel.
O bloqueio provocou a subida dos preços do petróleo e o receio de uma recessão económica global por passar habitualmente no estreito de Ormuz um quinto dos hidrocarbonetos consumidos no mundo.
Os Estados Unidos admitiram no fim de semana que estavam próximos de um acordo com o Irão que permitiria desbloquear o estreito.
As negociações têm decorrido sob mediação do Paquistão.
A guerra no Médio Oriente desencadeada pela ofensiva israelo-americana contra o regime iraniano provocou milhares de mortos, sobretudo no Irão e no Líbano.
O Irão "não procura cobrar portagens", disse Esmail Baghai, citado pela agência de notícias France-Presse (AFP).
O Irão mantém um bloqueio ao estreito de Ormuz desde 28 de fevereiro, quando foi atacado pelos Estados Unidos e por Israel.
O bloqueio provocou a subida dos preços do petróleo e o receio de uma recessão económica global por passar habitualmente no estreito de Ormuz um quinto dos hidrocarbonetos consumidos no mundo.
Os Estados Unidos admitiram no fim de semana que estavam próximos de um acordo com o Irão que permitiria desbloquear o estreito.
As negociações têm decorrido sob mediação do Paquistão.
A guerra no Médio Oriente desencadeada pela ofensiva israelo-americana contra o regime iraniano provocou milhares de mortos, sobretudo no Irão e no Líbano.