Mundo
Guerra no Médio Oriente
Trump reitera perante Rutte que países da NATO "abandonaram" os EUA
Donald Trump tem vindo a repetir que os EUA protegem os aliados da NATO, mas que estes estão a recusar-se a ajudar Washington na luta contra o Irão.
Donald Trump voltou esta quarta-feira a acusar os países da NATO de terem “abandonado” os Estados Unidos durante a guerra contra o Irão. As declarações foram lançadas na presença do líder da Aliança Atlântica, Mark Rutte, que o presidente americano recebeu na Casa Branca.
“Se fosse outra pessoa neste cargo (de secretário-geral da NATO) nem sequer teríamos uma reunião hoje, para ser sincero convosco, porque abandonaram-nos”, afirmou o presidente norte-americano, que posteriormente tinha criticado também a Itália, o Reino Unido, a Alemanha e a França.
Esta quarta-feira, Mark Rutte tinha afirmado na estação Fox News que a Europa era, na realidade, uma "plataforma de projeção de poder para os Estados Unidos".
"Quinhentos aviões norte-americanos descolaram de bases norte-americanas na Itália para apoiar a operação Fúria Épica" contra o Irão, afirmou Rutte, acrescentando que durante o conflito foram realizadas entre 4.000 a 5.000 missões de aviões norte-americanos a partir de bases europeias.
Em declarações aos jornalistas, Donald Trump aproveitou ainda para considerar “inaceitável” que um acordo com o Irão incluísse tarifas no Estreito de Ormuz.Trump considera que Zelensky “está a sair-se bastante bem”
O presidente norte-americano abordou também o tema da guerra na Ucrânia, afirmando que o seu homólogo Volodymyr Zelensky “está a sair-se bastante bem” contra a Rússia.
“Está a aguentar-se bem”, acrescentou.
Sobre um pedido da Turquia de caças F-35 e motores a jato necessários para os seus aviões de combate de fabrico nacional, Donald Trump afirmou que “provavelmente fará algo” que deixará Ancara satisfeita.
O vice-presidente JD Vance avançou, por sua vez, que está a ser realizada uma análise para determinar como é que os Estados Unidos poderiam vender caças F-35 à Turquia, tendo em conta a aquisição, por Ancara, de sistemas de defesa antimísseis russos S-400 em 2019.
“Toda a equipa está a analisar esta questão neste momento, porque há certos aspetos que temos de certificar que ocorreram (...) para cumprir a legislação americana. O presidente pediu-nos para o fazer”, disse Vance aos jornalistas.
“Se fosse outra pessoa neste cargo (de secretário-geral da NATO) nem sequer teríamos uma reunião hoje, para ser sincero convosco, porque abandonaram-nos”, afirmou o presidente norte-americano, que posteriormente tinha criticado também a Itália, o Reino Unido, a Alemanha e a França.
Esta quarta-feira, Mark Rutte tinha afirmado na estação Fox News que a Europa era, na realidade, uma "plataforma de projeção de poder para os Estados Unidos".
"Quinhentos aviões norte-americanos descolaram de bases norte-americanas na Itália para apoiar a operação Fúria Épica" contra o Irão, afirmou Rutte, acrescentando que durante o conflito foram realizadas entre 4.000 a 5.000 missões de aviões norte-americanos a partir de bases europeias.
Em declarações aos jornalistas, Donald Trump aproveitou ainda para considerar “inaceitável” que um acordo com o Irão incluísse tarifas no Estreito de Ormuz.Trump considera que Zelensky “está a sair-se bastante bem”
O presidente norte-americano abordou também o tema da guerra na Ucrânia, afirmando que o seu homólogo Volodymyr Zelensky “está a sair-se bastante bem” contra a Rússia.
“Está a aguentar-se bem”, acrescentou.
Sobre um pedido da Turquia de caças F-35 e motores a jato necessários para os seus aviões de combate de fabrico nacional, Donald Trump afirmou que “provavelmente fará algo” que deixará Ancara satisfeita.
O vice-presidente JD Vance avançou, por sua vez, que está a ser realizada uma análise para determinar como é que os Estados Unidos poderiam vender caças F-35 à Turquia, tendo em conta a aquisição, por Ancara, de sistemas de defesa antimísseis russos S-400 em 2019.
“Toda a equipa está a analisar esta questão neste momento, porque há certos aspetos que temos de certificar que ocorreram (...) para cumprir a legislação americana. O presidente pediu-nos para o fazer”, disse Vance aos jornalistas.