"Urgente limitar o custo para a economia mundial do prolongamento do conflito"

"Urgente limitar o custo para a economia mundial do prolongamento do conflito"

Os ministros das Finanças e responsáveis dos bancos centrais dos países do G7 apelaram hoje para se "limitar o custo para a economia mundial" de um "prolongamento do conflito" no Médio Oriente e "avançar para uma paz duradoura".

Lusa /

"O diagnóstico é unânime: é urgente limitar o custo para a economia mundial de um prolongamento do conflito. Os membros do G7 reafirmaram a necessidade imperiosa de avançar para uma paz duradoura", declararam num comunicado, no final de uma reunião em Washington, organizada no âmbito da presidência francesa.

Num comunicado publicado pelo Governo francês, país que este ano assume a presidência do G7, os membros daquele grupo não esclareceram como se amorteceria esse custo, limitando-se a reafirmar "a necessidade urgente de avançar para uma paz duradoura".

"Hoje mais do que nunca, a coordenação entre os membros do G7 continua a ser fundamental para abordar os impactos económicos e energéticos da crise. O G7 mantém-se particularmente vigilante relativamente aos efeitos diretos e indiretos nos Estados mais vulneráveis", indicam na nota.

Nesta reunião participaram também a União Europeia (UE), a directora-geral do FMI, Kristalina Georgieva, o presidente do Banco Mundial, Ajay Banga, e o secretário-geral da OCDE, Mathias Cormann.

Segundo o comunicado, os ministros e governadores do G7 reafirmaram também o seu apoio à Ucrânia, que continua a enfrentar "a brutal e ilegal agressão russa"

O G7 integra a França, Alemanha, Canadá, Estados Unidos, Itália, Japão e Reino Unido.

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