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Entusiastas de simulação militar contestam lei que obriga a pintar réplicas de armas

Lisboa, 29 mai (Lusa) - Os jogos de simulação militar Airsoft contam com cerca de cinco mil entusiastas em Portugal, segundo a Federação Portuguesa de Airsoft, que contesta a obrigação legal de pintar as réplicas de armas, porque prejudica o "realismo" que atrai os praticantes.

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O presidente da Assembleia Geral da FPA, Ricardo Horta, afirmou à Lusa que são "cada vez mais" os jogadores a aderir à modalidade, que é capaz de juntar centenas de amantes das armas e dos equipamentos militares em elaboradas simulações que podem durar vários dias.

No entanto, os praticantes de Airsoft esbarram com a obrigação legal de que as suas réplicas de armas - fiéis em quase tudo às originais, em aspeto - tenham a coronha e o cano pintado com cores fluorescentes, para se distinguirem das armas reais.

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