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Acampamento em Madrid resiste à terceira tentativa de despejo sem aval judicial
O governo regional de Madrid voltou a forçar o fim do acampamento dos manifestantes na Porta do Sol. O protesto dura já há três semanas e não há data prevista para o fim do diferendo entre ativistas e forças políticas.
Na capital espanhola, os manifestantes contra a crise na habitação resistem na emblemática praça do Sol, onde dormem, acampados, há três semanas.
Apesar de viverem em condições desafiantes, os jovens têm dividido tarefas e gerido a organização do acampamento entre si, contando com a solidariedade de por quem lá passa.
A resposta legal do Tribunal de Justiça de Madrid favorece os ativistas e o direito à reunião e à manifestação pacífica daqueles que, desde o anúncio de despejo de Maricarmen Abascal, se juntaram naquela praça para exigir soluções.
No sentido oposto, a Comunidade de Madrid insiste na desocupação do local. À terceira tentativa, sem sucesso, de desalojar as 1800 tendas, o governo regional começa a esgotar todas as vias legais para desmobilizar a população.
De acordo com a vice-presidente da autarquia da cidade, já foram emitidas 180 multas - 76 ao abrigo da Lei da Segurança dos Cidadãos e as restantes relacionadas com a limpeza da via pública.
Esta sexta-feira, a estação de metro do Sol está encerrada para trabalhos "urgentes" de limpeza, devido às "condições insalubres causadas", que a autarquia atribui aos manifestantes instalados na praça.
O protesto provocou um momento de especial tensão política no país, que, a 29 de novembro, é chamado às urnas antecipadamente.
Apesar de viverem em condições desafiantes, os jovens têm dividido tarefas e gerido a organização do acampamento entre si, contando com a solidariedade de por quem lá passa.
A resposta legal do Tribunal de Justiça de Madrid favorece os ativistas e o direito à reunião e à manifestação pacífica daqueles que, desde o anúncio de despejo de Maricarmen Abascal, se juntaram naquela praça para exigir soluções.
No sentido oposto, a Comunidade de Madrid insiste na desocupação do local. À terceira tentativa, sem sucesso, de desalojar as 1800 tendas, o governo regional começa a esgotar todas as vias legais para desmobilizar a população.
De acordo com a vice-presidente da autarquia da cidade, já foram emitidas 180 multas - 76 ao abrigo da Lei da Segurança dos Cidadãos e as restantes relacionadas com a limpeza da via pública.
Esta sexta-feira, a estação de metro do Sol está encerrada para trabalhos "urgentes" de limpeza, devido às "condições insalubres causadas", que a autarquia atribui aos manifestantes instalados na praça.
O protesto provocou um momento de especial tensão política no país, que, a 29 de novembro, é chamado às urnas antecipadamente.